Termos descritivos da própria voz: comparação entre respostas apresentadas por fonoaudiólogos e não-fonoaudiólogos

Termos descritivos da própria voz: comparação entre respostas apresentadas por fonoaudiólogos e não-fonoaudiólogos

Título alternativo Descriptive terms of one's own voice: comparison between speech-language pathologists and non speech-language pathologists' responses
Autor Bicalho, Andressa Duarte Autor UNIFESP Google Scholar
Behlau, Mara Autor UNIFESP Google Scholar
Oliveira, Gisele Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo PURPOSE: to compare speech-language pathologists and non speech-language pathologists' responses concerning the evaluation of their own voices and to verify if speech-language pathologists have a different self-perception from the others. METHOD: two hundred female subjects, 100 speech-language pathologists and 100 non speech-language pathologists, with mean age: 35 year, took part in the study. The average time of university degree for the speech-language pathologists were mainly from 0 to 3 years (32%), most of them acting in the area of voice (55%) and oral motricity (45%). The non speech-language pathologists had all sort of professions, such as physicians, teachers, lawyers and others. There was no control on the professional use of voice. The participants in the study did a self-evaluation, using a 5 point scale: excellent, very good, good, reasonable and bad, and indicated positive and negative vocal attributes using a protocol developed by Behlau & Pontes (1995) based on the Distinctive terms for the voice (Boone, 1991). RESULTS: speech-language pathologists and non speech-language pathologists showed different responses in the self-evaluation of their voices. There was a greater occurrence of very good voices for speech-language pathologist (28%, p=0.041). Speech-language pathologists selected more positive characteristics that non speech-language pathologists (53.6% and 46.4 respectively). The positive characteristic of adequate voice was the most selected by speech-language pathologists (31%, p=0.001) and the negative word of loud voice was the most selected by non speech-language pathologists (34%, p=0.001). CONCLUSION: speech-language pathologists self-evaluated their own voices in a different way than non speech-language pathologists, especially on the categorization of very good quality of voice. While the adequate voice characteristic was the only positive qualifier in greater occurrence for speech-language pathologists, loud voice was the only negative qualifier for non speech- language pathologists.

OBJETIVOS: comparar as respostas de fonoaudiólogas e não-fonoaudiólogas a respeito da própria voz e caracterizar a diferença das mesmas. MÉTODO: participaram da pesquisa 200 sujeitos do sexo feminino, sendo 100 fonoaudiólogas e 100 não-fonoaudiólogas, com média de idade de 35 anos. A faixa de tempo de atuação profissional das fonoaudiólogas foi predominantemente 0 a 3 anos (32%). A maior parte delas atuava na área de voz (55%) ou motricidade oral (45%). As não-fonoaudiólogas tinham variadas profissões, tais como professoras, médicas, advogadas, entre outras. Não foi feito nenhum controle quanto ao uso profissional da voz. As participantes do estudo realizaram uma auto-avaliação vocal utilizando uma escala de 5 pontos: excelente, muito boa, boa, razoável e ruim. Também indicaram atributos vocais positivos e negativos por meio de um protocolo desenvolvido por Behlau & Pontes (1995) baseado nos Termos Descritivos Para a Voz (Boone, 1991). RESULTADOS: fonoaudiólogas e não-fonoaudiólogas apresentaram respostas diferentes quando auto-avaliaram suas vozes havendo uma maior ocorrência de voz muito boa para fonoaudiólogas (28%, p=0,041). Fonoaudiólogas selecionaram mais verbetes positivos que não-fonoaudiólogas (53,6%, 46,4% respectivamente). A característica positiva de voz adequada foi a mais selecionada por fonoaudiólogas (31%, p=0,001) e o verbete negativo de voz alta foi o mais selecionado por não-fonoaudiólogas (34%, p=0,001). CONCLUSÃO: fonoaudiólogas auto-avaliaram suas vozes de modo diferente que não-fonoaudiólogas, principalmente na categorização de voz muito boa. Enquanto a característica de voz adequada foi o único qualificador positivo de maior ocorrência para fonoaudiólogas, voz alta foi o único qualificador negativo para não-fonoaudiólogas.
Palavra-chave Voice
Self Concept
Speech perception
Voz
Auto-Imagem
Percepção da fala
Idioma Português
Data de publicação 2010-08-01
Publicado em Revista CEFAC. CEFAC Saúde e Educação, v. 12, n. 4, p. 543-550, 2010.
ISSN 1516-1846 (Sherpa/Romeo)
Publicador CEFAC Saúde e Educação
Extensão 543-550
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S1516-18462010005000048
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S1516-18462010000400003 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/5839

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Nome: S1516-18462010000400003.pdf
Tamanho: 216.7KB
Formato: PDF
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