Bone turnover assessment: a good surrogate marker?

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dc.contributor.author Dreyer, Patrícia [UNIFESP]
dc.contributor.author Vieira, José Gilberto H. [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2015-06-14T13:41:34Z
dc.date.available 2015-06-14T13:41:34Z
dc.date.issued 2010-03-01
dc.identifier http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27302010000200003
dc.identifier.citation Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia. Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, v. 54, n. 2, p. 99-105, 2010.
dc.identifier.issn 0004-2730
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/5630
dc.description.abstract To asses fracture risk, bone mineral density (BMD) measured by dual-energy X-ray absorptiometry (DXA) is the most commonly used tool. The search for clinical risk factors is also advised and can provide a 10-year fracture probability (FRAX model). Another important determinant of bone strength is bone remodeling. High bone remodeling rates have been associated with a higher fracture risk and bone turnover markers (BTM) may offer dynamic information about skeletal status independent of BMD. The efficacy of antiresorptive agents in fracture prevention goes beyond what can be predicted by BMD especially in the beginning of the treatment. Inhibition of bone remodeling itself is certainly an important mechanism by which antiresorptive agents can rapidly reduce fracture risk. Thus, it seems quite logical to use BTM in patients with bone disease. It can also become a valuable surrogate marker in fracture prediction. However, BTM's pre-analytical and analytical variability should always be considered. en
dc.description.abstract O método mais utilizado para avaliação do risco de fraturas é a densitometria óssea pela técnica de DXA (absorciometria por raios-X duo-energética). A pesquisa de condições clínicas de risco também é recomendada e fornece uma estimativa da probabilidade de fratura em 10 anos (modelo FRAX). Outro fator importante é o grau de remodelação óssea. Um aumento da taxa de remodelação tem sido associado a um maior risco de fraturas e aumento dos marcadores ósseos. A medida desses marcadores fornece informação adicional independente da densitometria. A eficiência das medicações antirreabsortivas na prevenção de fraturas não é explicada apenas pelo aumento da densidade óssea. A menor remodelação óssea é um mecanismo que pode explicar a redução da taxa de fraturas principalmente no início do tratamento. A utilização desses marcadores nas doenças ósseas e na predição de fraturas torna-se lógica. No entanto, para interpretá-los corretamente sua variação pré-analítica e analítica deve ser considerada. pt
dc.format.extent 99-105
dc.language.iso eng
dc.publisher Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
dc.relation.ispartof Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia
dc.rights Acesso aberto
dc.subject Bone turnover en
dc.subject biochemical markers en
dc.subject osteoporosis en
dc.subject fracture en
dc.subject Remodelação óssea pt
dc.subject marcadores ósseos pt
dc.subject osteoporose pt
dc.subject fratura pt
dc.title Bone turnover assessment: a good surrogate marker? en
dc.title.alternative Avaliação da remodelação óssea: um bom marcador substituto? pt
dc.type Artigo
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.description.affiliation Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Escola Paulista de Medicina Unidade de Metabolismo Ósseo e Mineral
dc.description.affiliationUnifesp UNIFESP, EPM, Unidade de Metabolismo Ósseo e Mineral
dc.identifier.file S0004-27302010000200003.pdf
dc.identifier.scielo S0004-27302010000200003
dc.identifier.doi 10.1590/S0004-27302010000200003
dc.description.source SciELO
dc.identifier.wos WOS:000277526000003



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Name: S0004-27302010000200003.pdf
Size: 451.9Kb
Format: PDF
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