Prevalência de abuso físico na infância e exposição à violência parental em uma amostra brasileira

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dc.contributor.author Zanoti-Jeronymo, Daniela Viganó
dc.contributor.author Zaleski, Marcos [UNIFESP]
dc.contributor.author Pinsky, Ilana [UNIFESP]
dc.contributor.author Caetano, Raul
dc.contributor.author Figlie, Neliana Buzi [UNIFESP]
dc.contributor.author Laranjeira, Ronaldo [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2015-06-14T13:41:15Z
dc.date.available 2015-06-14T13:41:15Z
dc.date.issued 2009-11-01
dc.identifier http://dx.doi.org/10.1590/S0102-311X2009001100016
dc.identifier.citation Cadernos de Saúde Pública. Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz, v. 25, n. 11, p. 2467-2479, 2009.
dc.identifier.issn 0102-311X
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/5333
dc.description.abstract The aim of this study was to investigate the prevalence of physical abuse and exposure to parental violence during childhood, in relation to socio-demographic characteristics. Multi-stage sampling was used to select 3,007 individuals 14 years or older in 2005-2006, from all regions of the country. The study detected cases of physical abuse (beating, striking with objects, burning or scalding, threatening and/or using knives or firearms) and exposure to parental violence (witnessing parental threats and/or actual physical aggression) during childhood. Analyses were performed with the Pearson chi-square test. Prevalence of history of physical abuse in childhood was 44.1% (33.8% moderate, 10.3% severe). Prevalence of exposure to parental violence was 26.1% (7.5% witnessed moderate parental violence and 18.6% severe). Combined analyses of these two types of violence showed significant associations between them. The findings may help implement intervention strategies to call the attention of health professionals to the high prevalence of this type of violence. en
dc.description.abstract O estudo objetivou avaliar a prevalência de abuso físico e exposição à violência parental na infância, segundo características sócio-demográficas. Um procedimento de amostragem de múltiplos estágios foi usado para selecionar 3.007 indivíduos de 14 anos de idade ou mais, entre 2005/2006, incluindo sujeitos de todas as regiões do país, assim, os resultados são nacionalmente representativos. Foram acessadas experiências de abuso físico (bater, bater com alguma coisa, queimar/escaldar, ameaçar/usar faca ou arma) e exposição à violência parental (testemunhou ameaça e/ou agressão física parental) na infância. Realizaram-se as análises através do teste qui-quadrado de Pearson. A prevalência de história de abuso físico na infância foi de 44,1%, sendo que 33,8% relataram história de abuso físico moderado e 10,3% abuso físico severo. A prevalência de exposição à violência parental foi de 26,1%, sendo que 7,5% testemunharam violência parental moderada e 18,6% testemunharam violência parental severa na infância. Análises combinadas entre estes dois tipos de violência demonstraram significativas associações entre elas. Estes resultados podem ajudar na implementação de estratégias de intervenção alertando profissionais de saúde para alta prevalência deste tipo de violência na população. pt
dc.description.sponsorship Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
dc.format.extent 2467-2479
dc.language.iso por
dc.publisher Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz
dc.relation.ispartof Cadernos de Saúde Pública
dc.rights Acesso aberto
dc.subject Domestic Violence en
dc.subject Child Abuse en
dc.subject Parents en
dc.subject Violência Doméstica pt
dc.subject Maus-Tratos Infantis pt
dc.subject Pais pt
dc.title Prevalência de abuso físico na infância e exposição à violência parental em uma amostra brasileira pt
dc.title.alternative Prevalence of physical abuse in childhood and exposure to parental violence in a Brazilian sample en
dc.type Artigo
dc.contributor.institution Universidade Estadual do Centro Oeste
dc.contributor.institution Universidade Federal de Santa Catarina Núcleo de Psiquiatria
dc.contributor.institution Instituto de Psiquiatria de Santa Catarina
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.contributor.institution Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas
dc.contributor.institution University of Texas School of Public Health
dc.description.affiliation Universidade Estadual do Centro Oeste
dc.description.affiliation Universidade Federal de Santa Catarina Núcleo de Psiquiatria
dc.description.affiliation Instituto de Psiquiatria de Santa Catarina
dc.description.affiliation Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Departamento de Psiquiatria
dc.description.affiliation Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas
dc.description.affiliation University of Texas School of Public Health
dc.description.affiliationUnifesp UNIFESP, Depto. de Psiquiatria
dc.identifier.file S0102-311X2009001100016.pdf
dc.identifier.scielo S0102-311X2009001100016
dc.identifier.doi 10.1590/S0102-311X2009001100016
dc.description.source SciELO
dc.identifier.wos WOS:000272087500016



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Name: S0102-311X2009001100016.pdf
Size: 121.6Kb
Format: PDF
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