Prevalência de diagnóstico auto-referido de osteoporose, Brasil, 2006

Prevalência de diagnóstico auto-referido de osteoporose, Brasil, 2006

Título alternativo Prevalence of self-reported diagnosis of osteoporosis in Brazil, 2006
Prevalencia de diagnóstico auto-referido de osteoporosis, Brasil, 2006
Autor Martini, Lígia Araujo Autor UNIFESP Google Scholar
Moura, Erly Catarina de Google Scholar
Santos, Luana Caroline dos Google Scholar
Malta, Deborah Carvalho Google Scholar
Pinheiro, Marcelo de Medeiros Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade de São Paulo (USP)
Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Coordenação Geral de Doenças e Agravos Não Transmissíveis
Universidade Federal de Minas Gerais Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública Curso de Nutrição
UFMG Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Saúde Pública. Escola de Enfermagem
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo OBJECTIVE: To estimate the prevalence of self-reported osteoporosis (with previous medical diagnosis) and the associated risk and protection factors. METHODS: A cross-sectional study was carried out, based on data from the system Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL - telephone-based surveillance of risk and protective factors for chronic diseases). A total of 54,369 individuals aged >18 years living in homes served by at least one fixed telephone line in Brazilian state capitals and the Federal District in 2006 were interviewed. Estimates of osteoporosis in relation to socioeconomic and behavioral factors and the body mass index were stratified according to sex. The risk of occurrence of osteoporosis was calculated for each variable separately and through a multivariate model, taking the odds ratio to be a proxy for the prevalence ratio. RESULTS: The reported prevalence of osteoporosis was 4.4%, predominantly among women (7.0%) >45 years of age whose marital status was not single and who were former smokers. Among men, age > 65 years, married or widowed status and sedentarism were positively associated with this outcome. CONCLUSIONS: Among the factors associated with osteoporosis, modifiable characteristics relating to disease prevention were highlighted, such as physical activity and smoking habits.

OBJETIVO: Estimar la prevalencia de osteoporosis auto-referida (con diagnóstico médico previo) y de factores de riesgo y protección asociados. MÉTODOS: Estudio transversal basado en datos del Sistema de Vigilancia de Factores de Riesgo y Protección para Enfermedades Crónicas por Pesquisa Telefónica (VIGITEL). Fueron entrevistados 54.369 individuos con edad >18 años residentes en domicilios servidos por al menos una línea telefónica fija en las capitales brasileras y Distrito Federal en 2006. Estimaciones de osteoporosis según factores socioeconómicos, de comportamiento e índice de masa corporal fueron estratificados por sexo. Fueron calculados riesgos de ocurrencia de osteoporosis para cada variable individualmente, y en modelo multivariado, considerándose odds ratio como proxy de la razón de prevalencia. RESULTADOS: La prevalencia de osteoporosis referida fue de 4,4%, predominantemente entre mujeres (7,0%), con edad >45 años, estado civil no soltero y ex-fumador. Entre hombres, tener más de 65 años, ser casado o viudo y sedentario se asociaron positivamente a osteoporosis. CONCLUSIONES: Entre los factores asociados a la osteoporosis, se destacan aspectos modificables relacionados con la prevención de la enfermedad, como la actividad física y tabaquismo.

OBJETIVO: Estimar a prevalência de osteoporose auto-referida (com diagnóstico médico prévio) e de fatores de risco e proteção associados. MÉTODOS: Estudo transversal baseado em dados do sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL). Foram entrevistados 54.369 indivíduos com idade >18 anos residentes em domicílios servidos por pelo menos uma linha telefônica fixa nas capitais brasileiras e Distrito Federal em 2006. Estimativas de osteoporose segundo fatores socioeconômicos, comportamentais e índice de massa corporal foram estratificadas por sexo. Foram calculados riscos de ocorrência de osteoporose para cada variável individualmente, e em modelo multivariado, considerando-se odds ratio como proxy da razão de prevalência. RESULTADOS: A prevalência de osteoporose referida foi de 4,4%, predominantemente entre mulheres (7,0%), com idade >45 anos, estado civil não solteiro e ex-fumante. Entre homens, ter mais de 65 anos, ser casado ou viúvo e sedentário associaram-se positivamente ao desfecho. CONCLUSÕES: Dentre os fatores associados à osteoporose, destacam-se aspectos modificáveis relacionados com a prevenção da doença, como a atividade física e tabagismo.
Assunto Osteoporosis
Risk Factors
Chronic Disease
Health Surveys
Brazil
Telephone interview
Osteoporose
Fatores de Risco
Doença Crônica
Levantamentos Epidemiológicos
Brasil
Entrevista por telefone
Idioma Português
Data 2009-11-01
Publicado em MARTINI, Lígia Araujo et al . Prevalência de diagnóstico auto-referido de osteoporose, Brasil, 2006. Rev. Saúde Pública, São Paulo , v. 43, supl. 2, p. 107-116, nov. 2009
ISSN 0034-8910 (Sherpa/Romeo, fator de impacto)
Editor Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo
Extensão 107-116
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0034-89102009000900014
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
Web of Science WOS:000272087800014
SciELO S0034-89102009000900014 (estatísticas na SciELO)
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/5322

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