Accuracy of different methods for blood glucose measurement in critically ill patients

Accuracy of different methods for blood glucose measurement in critically ill patients

Título alternativo Acurácia de diferentes métodos para mensuração de glicemia em pacientes graves
Autor Pulzi Júnior, Sérgio Antônio Autor UNIFESP Google Scholar
Assunção, Murillo Santucci Cesar de Autor UNIFESP Google Scholar
Mazza, Bruno Franco Autor UNIFESP Google Scholar
Fernandes, Haggéas da Silveira Autor UNIFESP Google Scholar
Jackiu, Mirian Autor UNIFESP Google Scholar
Freitas, Flavio Geraldo Rezende Autor UNIFESP Google Scholar
Machado, Flávia Ribeiro Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo CONTEXT AND OBJECTIVE: Although glucometers have not been validated for intensive care units, they are regularly used. The aim of this study was to compare and assess the accuracy and clinical agreement of arterial glucose concentration obtained using colorimetry (Agluc-lab), capillary (Cgluc-strip) and arterial (Agluc-strip) glucose concentration obtained using glucometry and central venous glucose concentration obtained using colorimetry (Vgluc-lab). DESIGN AND SETTING: Cross-sectional study in a university hospital. METHOD: Forty patients with septic shock and stable individuals without infection were included. The correlations between measurements were assessed both in the full sample and in subgroups using noradrenalin and presenting signs of tissue hypoperfusion. RESULTS: Cgluc-strip showed the poorest correlation (r = 0.8289) and agreement (-9.87 ± 31.76). It exceeded the limits of acceptable variation of the Clinical and Laboratory Standards Institute in 23.7% of the cases, and was higher than Agluc-lab in 90% of the measurements. Agluc-strip showed the best correlation (r = 0.9406), with agreement of -6.75 ± 19.07 and significant variation in 7.9%. For Vgluc-lab, r = 0.8549, with agreement of -4.20 ± 28.37 and significant variation in 15.7%. Significant variation was more frequent in patients on noradrenalin (36.4% versus 6.3%; P = 0.03) but not in the subgroup with hypoperfusion. There was discordance regarding clinical management in 25%, 22% and 15% of the cases for Cgluc-strip, Vgluc-lab and Agluc-strip, respectively. CONCLUSION: Cgluc-strip should be avoided, particularly if noradrenalin is being used. This method usually overestimates the true glucose levels and gives rise to management errors. CLINICAL TRIAL REGISTRATION: ACTRN12608000513314 (registered as an observational, cross-sectional study).

CONTEXTO E OBJETIVO: Apesar de glicosímetros não serem validados para unidades de terapia intensiva (UTI), seu uso é corriqueiro. O objetivo foi avaliar a acurácia e concordância clínica entre a glicemia arterial por colorimetria (glicA-lab), glicemias capilar (glicC-fita) e arterial (glicA-fita) por glicosimetria, e venosa central por colorimetria (glicV-lab). TIPO DE ESTUDO E LOCAL: Estudo transversal realizado em hospital universitário. MÉTODO: Foram incluídos 40 pacientes com choque séptico e indivíduos estáveis, sem infecção. A correlação entre medidas foi avaliada tanto na amostra global quanto nos subgrupos em uso de noradrenalina e com sinais de hipoperfusão tecidual. RESULTADOS: A glicC-fita mostrou pior correlação (r = 0,8289) e concordância (-9,87 ± 31,76). Esta superou os limites aceitáveis de variação do Clinical and Laboratory Standards Institute em 23,7% dos casos, sendo maior que a glicA-lab em 90% das vezes. A glicA-fita teve a melhor correlação (r = 0,9406), com concordância de -6,75 ± 19,07 e variação significativa em 7,9%. Para a glicV-lab, obteve-se r = 0,8549, concordância de -4,20 ± 28,37 e variação significativa em 15,7%. Variação significativa foi mais frequente em pacientes com noradrenalina (36,4% versus 6,3%, P = 0,03), mas não nos com hipoperfusão. Houve discordância de conduta clínica em 25%, 22,5% e 15% dos casos para glicC-fita, glicV-lab e glicA-fita, respectivamente. CONCLUSÃO: O uso de glicC-fita deveria ser evitado, principalmente se há uso de noradrenalina. Geralmente, este método superestima a glicemia real e acarreta erros de conduta. REGISTRO DO ENSAIO CLÍNICO: ACTRN12608000513314 (registrado como estudo observacional transversal).
Palavra-chave Hyperglycemia
Hypoglycemia
Sepsis
Norepinephrine
Shock, septic
Hiperglicemia
Hipoglicemia
Sepse
Norepinefrina
Choque séptico
Idioma Inglês
Data de publicação 2009-09-01
Publicado em São Paulo Medical Journal. Associação Paulista de Medicina - APM, v. 127, n. 5, p. 259-265, 2009.
ISSN 1516-3180 (Sherpa/Romeo, fator de impacto)
Publicador Associação Paulista de Medicina - APM
Extensão 259-265
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S1516-31802009000500003
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
Web of Science WOS:000274726900003
SciELO S1516-31802009000500003 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/5248

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Nome: S1516-31802009000500003.pdf
Tamanho: 223.2KB
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