Entre volume do átrio esquerdo e grau de disfunção diastólica em 500 casos de uma população brasileira

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dc.contributor.advisor Campos Filho, Orlando Campos Filho [UNIFESP] pt
dc.contributor.author Aovar, Lilia Maria Mameri El [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2018-07-30T11:53:56Z
dc.date.available 2018-07-30T11:53:56Z
dc.date.issued 2014-07-30
dc.identifier https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=1325008 pt
dc.identifier.citation AOVAR, Lilia Maria Mameri El. Entre volume do átrio esquerdo e grau de disfunção diastólica em 500 casos de uma população brasileira. 2014. Dissertação (Mestrado) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2014.
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/49041
dc.description.abstract Fundamento: o aumento do volume do átrio esquerdo indexado pela superfície corporal (VAEi) tem sido associado à disfunção diastólica (DD) do ventrículo esquerdo (VE) e descrito como marcador de eventos cardiovasculares, incluindo fibrilação atrial, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca e óbito. Objetivos: avaliar a relação entre o VAEi e os diferentes graus de DD em uma série de pacientes ambulatoriais submetidos ao ecocardiograma e estudar os determinantes do aumento do VAEi nesta amostra. Métodos: foram selecionados 500 pacientes adultos ambulatoriais submetidos à ecocardiografia, após exclusão de arritmia atrial, cardiopatia valvar ou congênita, marca-passo permanente ou janela ecocardiográfica inadequada. O VAEi foi obtido pelo método de Simpson e a classificação de DD foi determinada segundo diretrizes atuais. Diversas variáveis clínicas e ecocardiográficas foram submetidas à análise multivariada de regressão linear tendo o VAEi como variável dependente. Resultados: a idade média foi de 52,6±15 anos; 53% eram do sexo masculino. Havia 55,4% hipertensos; 9% coronarianos, 9,4% tabagistas, 8,6% diabéticos, 24,8% obesos e 47,8% com hipertrofia de VE. A fração de ejeção média do VE foi 69,6 ± 7,2%. A prevalência de DD na amostra foi de 33,8% (destes, assim distribuídos - grau I: 66%, grau II: 29% e grau III: 5%). Detectou-se aumento progressivo das dimensões do VAEi, conforme o grau de DD: 21±4ml/m² (ausente), 26±7ml/m² (grau I), 33±5ml/m² (grau II) e 50,5±5ml/m2 (grau III) (p<0.001). Os preditores independentes de aumento do VAEi nesta amostra foram idade, massa ventricular esquerda, espessura relativa de parede, fração de ejeção do VE e relação E/e´. Conclusões: ADD contribui para o remodelamento atrial esquerdo. O aumento do VAEi expressa a gravidade da DD e está associado, de forma independente, com idade, hipertrofia ventricular esquerda, disfunção sistólica e aumento das pressões de enchimento do VE. pt
dc.language.iso por
dc.publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rights Acesso restrito
dc.subject volume pt
dc.subject átrio esquerdo pt
dc.subject disfunção diastólica pt
dc.subject população brasileira pt
dc.title Entre volume do átrio esquerdo e grau de disfunção diastólica em 500 casos de uma população brasileira pt
dc.type Dissertação de mestrado
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) pt
dc.identifier.file 2014-0531.pdf
dc.description.source Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2013 a 2016)
unifesp.campus São Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM) pt
unifesp.graduateProgram Medicina (Cardiologia) pt
unifesp.knowledgeArea Ciências da saúde pt
unifesp.researchArea Medicina pt



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