Doença de willis-ekbom ou síndrome das pernas inquietas?

Show simple item record

dc.contributor.advisor Prado, Gilmar Fernandes Do Prado [UNIFESP] pt
dc.contributor.author Carlos, Karla [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2018-07-30T11:53:44Z
dc.date.available 2018-07-30T11:53:44Z
dc.date.issued 2015-05-29
dc.identifier https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=2368972 pt
dc.identifier.citation CARLOS, Karla. Doença de willis-ekbom ou síndrome das pernas inquietas?. 2015. Dissertação (Mestrado) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2015.
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/48913
dc.description.abstract Contexto. A Síndrome das Pernas Inquietas (SPI) ou Doença de Willis-Ekbom (DWE) é bastante prevalente e ainda pouco conhecida entre pacientes e profissionais da saúde, havendo controvérsias quanto a melhor forma de se designar essa entidade nosológica. Objetivo. Verificar se a prevalência de autodiagnostico de SPI e DWE em uma população de médicos recém-formados varia em função das diferentes expressões (?Síndrome das Pernas Inquietas? ou ?Doença de Willis-Ekbom?) utilizadas para nos referirmos a esta entidade nosológica. Método. Médicos recém-formados analisaram sua própria condição clínica quanto ao diagnóstico de SPI/WED, sendo que aleatoriamente a um grupo foi solicitado que se avaliassem segundo o nome ?Síndrome das Pernas Inquietas? e outro grupo segundo o nome ?Doença de Willis-Ekbom?. No formulário distribuído a um grupo de participantes perguntávamos: ?você tem SPI?? e ao outro perguntávamos: ?você tem DWE??. No formulário distribuído aos participantes ainda constavam os 4 critérios para diagnóstico de SPI propostos pela IRLSSG e instruções para que se avaliassem segundo aqueles critérios. Resultados. Mil quatrocentos e treze médicos recém formados participaram do estudo. Dentre os setecentos e oito médicos que receberam o formulário com a denominação SPI, 87 (12,28%) autodiagnosticaram-se com esta entidade nosológica. Setecentos e cinco médicos receberam o formulário com a denominação DWE e 13 (1,84%) autodiagnosticaram-se como tendo esta entidade (p? 0.0001). Conclusão. Um maior número de médicos expostos à expressão ?síndrome das pernas inquietas? concluíram apresentar essa condição clínica quando comparados aos médicos expostos à expressão ?doença de Willis-Ekbom?, sugerindo que a expressão ?síndrome das pernas inquietas? pode não ser de fato a mais apropriada para representar a entidade nosológica a que se refere. pt
dc.language.iso por
dc.publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rights Acesso restrito
dc.subject síndrome das pernas inquietas pt
dc.subject prevalência pt
dc.subject semântica pt
dc.subject autodiagnóstico pt
dc.subject linguagem pt
dc.subject conhecimento pt
dc.title Doença de willis-ekbom ou síndrome das pernas inquietas? pt
dc.type Dissertação de mestrado
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) pt
dc.identifier.file 2015-0652.pdf
dc.description.source Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2013 a 2016)
unifesp.campus São Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM) pt
unifesp.graduateProgram Medicina Translacional pt
unifesp.knowledgeArea Ciências da saúde pt
unifesp.researchArea Medicina pt



File

File Size Format View

There are no files associated with this item.

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record

Search


Browse

Statistics

My Account