Ensaio experimental com a pcr na sepse

Ensaio experimental com a pcr na sepse

Author Silva, Marcello Ruiz da Autor UNIFESP Google Scholar
Advisor Koh, Ivan Hong Jun Koh Autor UNIFESP Google Scholar
Institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Graduate program Pediatria e Ciências Aplicadas à Pediatria
Abstract Objetivo: Avaliar a sensibilidade da Hemocultura e da PCR na sepse experimental em animais. Avaliar a sensibilidade da PCR em detectar os produtos oriundos da interação bactéria/hospedeiro (bactérias mortas e DNA bacteriano). Métodos: Três grupos de ratos (n=20/grupo) foram inoculados com diferentes inóculos. O grupo BV foi inoculado com bactérias vivas, o grupo BM com mortas com e grupo DB DNA bacteriano da P. aeruginosa. Um quarto grupo (n=10) foi induzido estado inflamatório sistêmico com 1 mg/kg de LPS, 1 hora antes da inoculação de DNA bacteriano. Em todos os grupos, foi colhido sangue com 20 minutos e 6 horas após a inoculação. Todas as amostras foram submetidas à PCR. A hemocultura com 200 ?l e 3 ml, foi realizada no grupo que recebeu o inóculo contendo bactérias vivas, neste grupo foi realizada a cultura do baço e do fígado com contagem de colônias por grama de tecido. Resultados: A PCR e a Hemocultura apresentaram 100% de positividade com 20 minutos de indução da sepse com bactérias vivas. Com 6 horas de indução da sepse, haviam bactérias vivas em todos os animais, demonstrado pela positividade de 100% na cultura do baço, entretanto a sensibilidade da hemocultura com 200 ?l foi 60%, com 3ml foi de 90% e da PCR 80% mesmo com volume menor da amostra analisada (5 ?l).. Com bactérias mortas a PCR apresentou sensibilidade de 90% com 20 minutos e 50% com 6 horas de sepse. Com o inóculo de DNA bacteriano, a PCR apresentou sensibilidade de 50% independente do tempo analisado. O estado inflamatório não alterou a sensibilidade da PCR. Conclusões: A sensibilidade da hemocultura depende fundamentalmente da concentração de bactérias circulantes e, por conseguinte do volume coletado. A PCR apresenta melhor sensibilidade do que a hemocultura no diagnóstico da sepse, mesmo utilizando volume de sangue menor. O desempenho da PCR se deve a sua habilidade em detectar bactérias vivas, mortas e DNA bacteriano, condições em que hemocultura é ineficaz.
Keywords sepse
reação em cadeia da polimerase
hemocultura
estudo experimental
Language Portuguese
Date 2013-01-10
Published in SILVA, Marcello Ruiz da. Ensaio experimental com a pcr na sepse. 2013. 39 f. Tese (Doutorado) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2013.
Research area Medicina
Knowledge area Ciências da saúde
Publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extent 39 p.
Origin https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=1446545
Access rights Closed access
Type Thesis
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/48908

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