Sintomatologia depressiva em enfermeiros que atuam em serviços de emergência de Presidente Prudente/SP

Sintomatologia depressiva em enfermeiros que atuam em serviços de emergência de Presidente Prudente/SP

Autor Oliveira, Felipe Perucci de Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Marcolan, Joao Fernando Marcolan Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Pós-graduação Enfermagem
Resumo A depressão segundo a Organização Mundial da Saúde é a segunda causa de incapacitação dos indivíduos. Objetivos: Verificar se os enfermeiros do sistema de emergência apresentavam sintomas depressivos, identificar os fatores intervenientes e analisar a percepção sobre o sofrimento psíquico e influência na assistência prestada. Método: Estudo exploratório-descritivo, método quantitativo, realizado com enfermeiros dos serviços de emergência de Presidente Prudente-SP. Empregou-se questionário sociodemográfico semiestruturado, e escalas psicométricas para avaliação da sintomatologia depressiva: Inventário de Depressão de Beck, a escala de depressão de Montgomery & Asberg e a escala de depressão de Hamilton. O aplicativo Excel 2007 foi empregado para composição do banco de dados e para a análise estatística utilizou-se o teste exato de Fisher. Resultados: Amostra constituída por 23 enfermeiros. O perfil predominante foi do sexo feminino (69,6%). A expressiva maioria dos participantes (91,3%) apresentaram sintomatologia depressiva pelas escalas. Os principais fatores apontados pelos enfermeiros para seu adoecimento estavam relacionados às condições do trabalho. Há aspectos específicos para o sofrimento psíquico devido a atuar na área de emergência como o estresse provocado, a situação grave dos pacientes, rapidez do atendimento. A maioria dos enfermeiros não se percebia adoecida nem que tal situação afetava a assistência prestada. Os resultados foram convergentes para as escalas de observação onde predominou sintomatologia moderada e grave, e divergentes para a escala de auto avaliação. Na escala de Beck houve baixo resultado para sintomatologia depressiva e credita-se tal fato à omissão ou não percepção dos sintomas por parte dos entrevistados. Todos foram orientados sobre sintomatologia apresentada e encaminhados para atendimento especializado. Conclusão: Foi altamente significativa a presença de sintomas depressivos na amostra estudada. Nesse contexto, as instituições de trabalho deveriam fornecer condições adequadas de trabalho, suporte especializado aos profissionais e ações para prevenção do sofrimento psíquico, detectar a sintomatologia depressiva precocemente a fim de intervir de forma imediata no quadro apresentado pelo trabalhador.
Assunto saúde mental
enfermagem psiquiátrica
saúde do trabalhador
depressão
escalas
Idioma Português
Data 1905-07-06
Publicado em OLIVEIRA, Felipe Perucci de. Sintomatologia depressiva em enfermeiros que atuam em serviços de emergência de Presidente Prudente/SP. 2014. 137 f. Dissertação (Mestrado) - Escola Paulista de Enfermagem, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2014.
Linha de pesquisa Enfermagem
Área de concentração Ciências da saúde
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 137 p.
Fonte https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=1618339
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/48900

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