Treinamento auditivo formal: questionários de autoavaliação

Mostrar registro simples

dc.contributor.advisor Gil, Daniela Gil [UNIFESP] pt
dc.contributor.author Sobreira, Ana Carolina de Oliveira [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2018-07-30T11:53:39Z
dc.date.available 2018-07-30T11:53:39Z
dc.date.issued 2016-02-24
dc.identifier https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=3608945 pt
dc.identifier.citation SOBREIRA, Ana Carolina de Oliveira. Treinamento auditivo formal: questionários de autoavaliação. 2016. 76 f. Dissertação (Mestrado) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2016.
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/48841
dc.description.abstract Introdução: Existem várias abordagens para o tratamento dos distúrbios do processamento auditivo (DPA), a maioria dos programas inclui o treinamento auditivo acusticamente controlado (TAAC). Além das evidências de que o TAAC é eficaz na (re) habilitação dos DPA, é importante ter uma avaliação do próprio sujeito que passou pelo tratamento com relação à sua evolução, para que o mesmo possa relatar se ocorreu mudança comportamental perceptível principalmente relacionada à autoconfiança na comunicação em situações auditivas adversas, compreensão da fala em ambientes desfavoráveis, melhora acadêmica e de autoestima, entre outras. Não existem instrumentos específicos para autoavaliação após o TAAC, frequentemente são utilizados questionários destinados a outros fins, tais como benefício com as próteses auditivas ou questionários gerais de qualidade de vida. Objetivo: Aplicar três questionários de avaliação subjetiva a fim de identificar a percepção de melhora aferida do ponto de vista do paciente submetido ao treinamento auditivo acusticamente controlado e/ou de sua família quanto aos aspectos de desempenho acadêmico, habilidades auditivas e de comunicação e auto-estima. Método: Participaram desta pesquisa 23 indivíduos de ambos os gêneros, na faixa etária de 6 a 15 anos de idade. Os critérios de inclusão foram apresentar limiares auditivos menores do que 20 dB entre 250 e 8000 Hz (Northern e Downs, 1984), timpanometria com curva tipo A e diagnóstico de DPA confirmado por testes comportamentais com indicação de TAAC. Os critérios de exclusão foram síndromes de qualquer natureza, transtornos psicológicos, psiquiátricos e cognitivos evidentes e/ou diagnosticados. Foi realizado um programa de TAAC em dez sessões com duração de uma hora cada em que foram utilizados testes auditivos especiais apresentados em condições de escuta progressivamente adversas. Na primeira sessão do TAAC os sujeitos foram submetidos à aplicação do questionário Escala de Funcionamento Auditivo (SAB) (Nunes et al. 2013), após conclusão do TAAC foram aplicados: Questionário pós Treinamento Auditivo Formal (Gil e Ziliotto, 2011), Post-training Exit Questionnaire (Tye-Murray et al. 2012) e novamente o SAB. Resultados: No questionário SAB que as questões Q1, Q2, Q4, Q7, Q8 e Q11 foram estatisticamente significantes, as questões Q3 e Q10 apresentaram tendência xvi á significância e a pontuação total no momento pós aumentou em relação ao momento pré, demonstrando diferença estatisticamente significante (p-valor <0,001*). Para o Questionário pós Treinamento Auditivo Formal verificou-se que 50% ou mais dos indivíduos responderam melhora considerável (3) ou significativa (4) nas questões Q1, Q2, Q3, Q4, Q6, Q9, Q10 e Q11, nas questões Q5, Q7 e Q8, a resposta mais frequente foi melhora moderada (2). No questionário Post-training Exit Questionnaire nas questões Q1, Q2, Q3 e Q4 a maioria dos sujeitos optou pela alternativa 7 (muito), indicando que as respostas foram positivas com relação a compreensão da fala, autoconfiança na comunicação e apreciação do TAAC, para a questão Q5 não ocorreram respostas conclusivas sobre a atividade favorita dos sujeitos, na questão Q6 a atividade menos apreciada foram as relacionadas ao fechamento auditivo. Mais de 80% das respostas às questões Q7 a Q10 foram iguais a SIM e todas as respostas à questão Q11 foram iguais a NÃO. Conclusão: Os instrumentos de avaliação utilizados mostraram-se efetivos para a avaliação da percepção de melhora subjetiva de sujeitos submetidos ao TAAC quanto aos aspectos de desempenho acadêmico, habilidades auditivas e de comunicação e auto-estima. pt
dc.format.extent 76 p.
dc.language.iso por
dc.publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rights Acesso restrito
dc.subject processamento auditivo pt
dc.subject treinamento auditivo pt
dc.subject questionários pt
dc.subject avaliação pt
dc.title Treinamento auditivo formal: questionários de autoavaliação pt
dc.type Dissertação de mestrado
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) pt
dc.identifier.file 2016-0221.pdf
dc.description.source Dados abertos - Sucupira - Teses e dissertações (2013 a 2016)
unifesp.campus São Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM) pt
unifesp.graduateProgram Distúrbios da Comunicação Humana (Fonoaudiologia) pt
unifesp.knowledgeArea Ciências da saúde pt
unifesp.researchArea Fonoaudiologia pt



Arquivos deste item

Arquivos Tamanho Formato Visualização

Não existem arquivos associados a este item.

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(s)

Mostrar registro simples