Comparação da qualidade de vida de idosos com ou sem sinais e sintomas de depressão

Comparação da qualidade de vida de idosos com ou sem sinais e sintomas de depressão

Autor Scherrer Junior, Gerson Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Belasco, Angelica Goncalves Silva Belasco Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Pós-graduação Enfermagem
Resumo Introdução: o envelhecimento populacional é uma realidade mundial, decorrente da transição demográfica que é influenciada pela diminuição da mortalidade e natalidade. Com isso, aumenta a expectativa de vida e a prevalência de doenças crônicas, entre elas, a depressão que acomete a capacidade funcional do idoso. A multifatoriedade do envelhecimento, somado as doenças crônicas e perda de funcionalidade aumenta a demanda por instituições de longa permanência para idosos que pode comprometer a qualidade de vida. Objetivos: Determinar o efeito da depressão e da capacidade de desenvolver as atividades de vida diária sobre a qualidade de vida e identificar atividades relacionadas a lazer, atividade física, social, saúde e AVDs que possam predizer melhores escores de qualidade de vida. Métodos: estudo transversal, analítico realizado com 101 idosos institucionalizados. Foram avaliados dados sociodemográficos, econômicos, morbidades, qualidade de vida (WHOQOL-OLD), sinais e sintomas de depressão (inventário de Beck), capacidade de realização de atividades de vida diária (índice de Katz/AVDs). A Regressão linear múltipla foi usada para a análise dos dados. Resultados: sinais e sintomas de depressão alteraram negativamente a QV dos idosos nos domínios: autonomia; atividades presentes, passadas e futuras; participação social; intimidade e escore total; idosos com restrições para a realização das AVDs apresentaram QV inferior nos domínios: autonomia, participação social, e escore total; dançar, independência para realizar AVDs, gostar do residencial e não apresentar sinais e sintomas de depressão foram as variáveis que melhor influenciaram, de modo positivo e significante, a QV dos idosos. Conclusão: suporte social e psicológico, condições de moradia e assistência estimuladora podem minimizar os efeitos negativos decorrentes da presença de sinais e sintomas de depressão e da limitação para a realização das atividades de vida diária e consequentemente melhorar a QV de idosos institucionalizados.
Assunto idoso
depressão
atividades da vida diária
qualidade de vida
instituição de longa permanência para idosos
Idioma Português
Data 2015-08-26
Publicado em SCHERRER JUNIOR, Gerson. Comparação da qualidade de vida de idosos com ou sem sinais e sintomas de depressão. 2015. 67 f. Dissertação (Mestrado) - Escola Paulista de Enfermagem, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2015.
Linha de pesquisa Enfermagem
Área de concentração Ciências da saúde
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 67 p.
Fonte https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=2906788
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/48588

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