Programa de exercício físico não supervisionado para mulheres com hipertensão arterial atendidas em unidade de saúde da periferia de São Paulo: impacto na qualidade de vida

Programa de exercício físico não supervisionado para mulheres com hipertensão arterial atendidas em unidade de saúde da periferia de São Paulo: impacto na qualidade de vida

Author Migliorini, Carlos Augusto Autor UNIFESP Google Scholar
Advisor Moises, Valdir Ambrosio Moises Autor UNIFESP Google Scholar
Institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Graduate program Medicina (Cardiologia)
Abstract Introdução: a atividade física parece atuar como adjuvante no tratamento de pacientes com hipertensão arterial sistêmica (HAS). Entretanto, seu efeito na qualidade de vida (QV)destes pacientes é pouco conhecido. Objetivo: avaliar o efeito de um programa de atividade física não supervisionada na QV de mulheres com HAS seguidas num programa de saúde da família.Métodos: o estudo incluiu 67 mulheres de famílias de baixa renda com hipertensão arterial, acompanhadas por um programa de saúde da família; 35 (49,1±1,56 anos) no grupo exercício e 32 no grupo controle (52,4±2,19 anos). Exercícios, aeróbio e anaeróbio foram prescritos para o grupo exercício durante 16 semanas. Foram avaliados a QV pelo questionário SF-36 e o desempenho físico. Testes t pareado, Wilcoxon, Mann-Whitney e qui-quadrado foram usados; significante se p<0,05. Resultados: após o treinamento o grupo exercício melhorou significantemente a QV em vários domínios: capacidade funcional (p=0,001), limitação por aspectos físicos (p=0,001), vitalidade (p=0,001), aspectos sociais (p=0,005), saúde metal (p=0,032), dor (p=0,025), estado geral de saúde (p=0,011) e limitação por aspectos emocionais (p=0,000). A proporção de melhora da QV foi maior nas mulheres do grupo exercício em capacidade funcional, limitação por aspectos físicos, dor e limitação por aspectos emocionais (p<0,05). A aderência foi de 82.8% com melhora na escala de Borg (teste graduado) de 15,4±1,9 to 14,6±1,1 (p<0,05), estágio atingido de 5,5±0,8 to 6,2±1,0 (p<0,05), teste de flexibilidade de Wells de 22,5±8,7 para 25,1±8,2 (p<0,05) resistência muscular dos membros inferiores de 17,1±4,3 to 21,2±5,2 (p<0,05). Conclusão: exercício físico não supervisionado pode melhorar a QV de mulheres com hipertensão arterial atendidas num programa de saúde da família.
Keywords hipertensão arterial
exercício físico
aderência
Language Portuguese
Date 2013-03-05
Published in MIGLIORINI, Carlos Augusto. Programa de exercício físico não supervisionado para mulheres com hipertensão arterial atendidas em unidade de saúde da periferia de São Paulo: impacto na qualidade de vida. 2013. 109 f. Dissertação (Mestrado) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2013.
Research area Medicina
Knowledge area Ciências da saúde
Publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extent 109 p.
Origin https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=138845
Access rights Closed access
Type Dissertation
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/48567

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