Figura-fundo em tarefa dicótica e sua relação com habilidades não treinadas

Figura-fundo em tarefa dicótica e sua relação com habilidades não treinadas

Autor Cibian, Aline Priscila Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Pereira, Liliane Desgualdo Pereira Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Pós-graduação Distúrbios da Comunicação Humana (Fonoaudiologia)
Resumo Introdução. Desafios de reconhecimento de fala via orelha pior em tarefas dicóticas podem ser utilizadas como treino auditivo feito com atividades de separação e integração binaural, conforme proposto por Musiek, denominado abreviadamente DIID, sigla em inglês para Dichotic Interaural Intensity Difference. Objetivo. Verificar a eficácia do treinamento auditivo em tarefa dicótica e comparar as respostas na tarefa de figura-fundo com as repostas para tarefas de fechamento, ordenação e resolução temporal, que não foram treinadas, após quatro e oito semanas considerando a variável uma ou duas sessões semanais. Métodos. Participaram19 indivíduos, voluntários de ambos os sexos, e na faixa etária de 12 a 15 anos. Estes indivíduos foram submetidos individualmente a um Treinamento Auditivo Acusticamente Controlado baseado no DIID e organizado em oito sessões, com duração de 50 minutos por sessão, e distribuídas, aleatoriamente, segundo a frequência da regularidade semanal de uma ou duas sessões, por voluntario. Realizaram também a avaliação do processamento auditivo da rotina clinica em três momentos: pré-intervenção (momento T0), e pós-intervenção na metade do treinamento (momento T1) e no final do treinamento (T2). Os dados desta avaliação foram analisados por grupo de distúrbio de acordo com as alterações nos processos auditivos avaliados: atenção seletiva e processamento temporal. Em cada um deles, denominado Grupo atenção seletiva (GAS) e GPT (Grupo processamento temporal), e em ambos os processos: Grupo atenção seletiva e processamento temporal (GASPT). Resultados. Os grupos foram considerados homogêneos em relação à faixa etária: GASPT (13,00 anos), GAS (13,83) e GPT (13,57). O treinamento melhorou a habilidade treinada em todos os indivíduos e melhorou habilidades não treinadas de fechamento, tendo normalizado em todos os grupos. As habilidades não treinadas de resolução e ordenação temporal não atingiram a normalidade no GASPT e GPT. As habilidades avaliadas não parecem modificar segundo a frequência da regularidade das sessões. Conclusões. Os indivíduos alcançaram a normalidade para a habilidade treinada de figura-fundo e para a não treinada de fechamento. Já as habilidades não treinadas de resolução e ordenação temporal melhoraram em alguns indivíduos, porém não atingiram a normalidade. A regularidade semanal das sessões não pareceu interferir no aprimoramento da habilidade.
Assunto fonoaudiologia
audição
transtornos da audição
percepção auditiva
Idioma Português
Data 2014-11-26
Publicado em CIBIAN, Aline Priscila. Figura-fundo em tarefa dicótica e sua relação com habilidades não treinadas. 2014. 120 f. Dissertação (Mestrado) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2014.
Linha de pesquisa Fonoaudiologia
Área de concentração Ciências da saúde
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 120 p.
Fonte https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=1772187
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/48512

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