Identificação de citocinas inflamatórias liberadas por células tronco mesenquimais de tuba uterina humana

Identificação de citocinas inflamatórias liberadas por células tronco mesenquimais de tuba uterina humana

Autor Pelatti, Mayra Vitor Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Silva, Tatiana Jazedje da Costa Silva Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Pós-graduação Microbiologia e Imunologia
Resumo Estudos recentes têm demonstrado que as células-tronco mesenquimais(CTMs)podem ter um efeito terapêutico contra o câncer, através da liberação de moléculas imunomoduladoras, que poderiam atuar diretamente no microambiente tumoral, inibindo ou estimulando seu crescimento. Alguns estudos também relatam aumento do volume tumoral e agravamento dos sintomas quando CTMs são co-injetadas com células tumorais. Estes efeitos antagônicos indicam que a relação entre as CTMs e o microambiente do tumor são ainda pouco compreendidos. A discordância entre os resultados observados podem ser explicados pelas diferentes linhagens de CTMs que foram injetados, os diferentes métodos de inoculação de células (co-injeção, injeções intravenosas ou intraperitoneais) e os diferentes modelos de animais utilizados. O objetivo deste estudo é analisar as citocinas liberadas in vitro através do co-cultivo de células de adenocarcinoma mamário murino(linhagem 4T1) e células de adenocarcinoma de mamário humano (linhagem MCF7), com células-tronco mesenquimais de tuba uterina humana (htMSCs). Três linhagens de htMSCs, já estabelecidas e previamente caracterizadas, foram utilizados neste estudo. As linhagens foram co-cultivadas durante 48 horas com as células tumorais, na proporção 1: 1. Foram utilizados insertos a fim de evitar o contato entre as células tumorais e as htMSCs. O RNA das htMSCs foi extraído para análise da expressão gênica de algumas citocinas por PCR-array, e o sobrenadante foi coletado para dosagem dos níveis de algumas citocinas por ELISA multiplex. Os nossos resultados mostram que há uma variabilidade muito grande de expressão dos genes analisados, entre as 3 linhagens de htMSCs analisadas não havendo um padrão pró ou anti-inflamatório definido, sugerindo que diferentes linhagens podem apresentar um perfil de ação diferente na terapia da mesma doença. Mostrando, então que as CTMs são um importante alvo das pesquisas clínicas, mas que devem ser usadas com cautela.
Assunto células-tronco mesenquimais(ctms)
Idioma Português
Data 2015-07-31
Publicado em PELATTI, Mayra Vitor. Identificação de citocinas inflamatórias liberadas por células tronco mesenquimais de tuba uterina humana. 2015. 69 f. Dissertação (Mestrado) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), São Paulo, 2015.
Linha de pesquisa Microbiologia
Área de concentração Ciências biológicas
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 69 p.
Fonte https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=2680566
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/48249

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