Endometriose pélvica: comparação entre imagens por ressonância magnética de baixo campo (0,2 T) e alto campo (1,5 T)

Show simple item record

dc.contributor.author Minaif, Karine [UNIFESP]
dc.contributor.author Shigueoka, David Carlos [UNIFESP]
dc.contributor.author Minami, Cintia Cristina Satie [UNIFESP]
dc.contributor.author Sales, Danilo Moulin [UNIFESP]
dc.contributor.author Ruano, José Maria Cordeiro [UNIFESP]
dc.contributor.author Noguti, Alberto Sinhiti [UNIFESP]
dc.contributor.author Ajzen, Sergio Aron [UNIFESP]
dc.contributor.author Szejnfeld, Jacob [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2015-06-14T13:38:52Z
dc.date.available 2015-06-14T13:38:52Z
dc.date.issued 2008-12-01
dc.identifier http://dx.doi.org/10.1590/S0100-39842008000600005
dc.identifier.citation Radiologia Brasileira. Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, v. 41, n. 6, p. 367-372, 2008.
dc.identifier.issn 0100-3984
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/4696
dc.description.abstract OBJECTIVE: To compare low-field (0.2 T) with high-field (1.5 T) magnetic resonance imaging in the assessment of pelvic endometriosis and adenomyosis. MATERIALS AND METHODS: Twenty-seven female patients with clinically suspected endometriosis were prospectively evaluated by means of high-field and low-field magnetic resonance imaging. The reading of the images was performed by a single radiologist, initiating by the low-field, followed by the high-field images. High-field magnetic resonance imaging was utilized as the golden-standard. RESULTS: Among the 27 patients included in the present study, 18 (66.7%) had some type of lesion suggesting the presence of endometriosis demonstrated at high-field images. In 14 of these patients the diagnosis was correctly established by low-field magnetic resonance imaging. Endometriomas, tubal lesions, and endometriotic foci > 7 mm identified at the high-field images were also identified at low-field images with 100% accuracy, sensitivity and specificity. Among the nine patients diagnosed with adenomyosis by high-field images, eight were correctly diagnosed by low-field images with 88.9% accuracy, specificity and sensitivity. CONCLUSION: Low-field magnetic resonance imaging demonstrated a low sensitivity in the detection of small endometriotic foci, high sensitivity in the detection of endometriomas and large endometriotic foci, and high accuracy in the detection of adenomyosis when compared with high-field magnetic resonance imaging. en
dc.description.abstract OBJETIVO: Comparar a ressonância de baixo campo (0,2 T) com a de alto campo (1,5 T) na avaliação da endometriose pélvica e adenomiose. MATERIAIS E MÉTODOS: Foram estudadas, prospectivamente, 27 pacientes do sexo feminino com suspeita clínica de endometriose, realizando-se exames de ressonância magnética de alto campo e baixo campo. Um mesmo radiologista realizou a leitura dos exames, iniciando pelo baixo campo, seguido pelo alto campo, usando como padrão-ouro o alto campo. RESULTADOS: Das 27 pacientes estudadas, 18 (66,7%) apresentaram alguma lesão indicativa de endometriose nos exames realizados no alto campo. Foram corretamente diagnosticados pelo baixo campo 14 destas pacientes. Endometriomas, lesões tubárias e focos de endometriose maiores do que 7 mm identificados pelo alto campo foram também identificados no baixo campo, com acurácia, sensibilidade e especificidade de 100%. Das nove pacientes com adenomiose caracterizadas pelo alto campo, oito foram corretamente identificadas pelo baixo campo, com acurácia, sensibilidade e especificidade de 88,9%. CONCLUSÃO: A ressonância de baixo campo apresentou baixa sensibilidade na detecção de pequenos focos de endometriose, alta sensibilidade na detecção de endometriomas e focos de endometriose grandes, e boa acurácia na detecção da adenomiose quando comparada com a ressonância de alto campo. pt
dc.format.extent 367-372
dc.language.iso por
dc.publisher Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem
dc.relation.ispartof Radiologia Brasileira
dc.rights Acesso aberto
dc.subject Magnetic resonance imaging en
dc.subject Endometriosis en
dc.subject Adenomyosis en
dc.subject Diagnosis en
dc.subject Imagem por ressonância magnética pt
dc.subject Endometriose pt
dc.subject Adenomiose pt
dc.subject Diagnóstico pt
dc.title Endometriose pélvica: comparação entre imagens por ressonância magnética de baixo campo (0,2 T) e alto campo (1,5 T) pt
dc.title.alternative Pelvic endometriosis: a comparison between low-field (0.2 T) and high-field (1.5 T) magnetic resonance imaging en
dc.type Artigo
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.description.affiliation Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Escola Paulista de Medicina Departamento de Diagnóstico por Imagem
dc.description.affiliation Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Escola Paulista de Medicina Departamento de Ginecologia
dc.description.affiliation Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Escola Paulista de Medicina
dc.description.affiliationUnifesp UNIFESP, EPM, Depto. de Diagnóstico por Imagem
dc.description.affiliationUnifesp UNIFESP, EPM, Depto. de Ginecologia
dc.description.affiliationUnifesp UNIFESP, EPM
dc.identifier.file S0100-39842008000600005.pdf
dc.identifier.scielo S0100-39842008000600005
dc.identifier.doi 10.1590/S0100-39842008000600005
dc.description.source SciELO



File

Name: S0100-39842008000600005.pdf
Size: 291.5Kb
Format: PDF
Description:
Open file

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record

Search


Browse

Statistics

My Account