Fatores que tornam estressante o trabalho de médicos e enfermeiros em terapia intensiva pediátrica e neonatal: estudo de revisão bibliográfica

Fatores que tornam estressante o trabalho de médicos e enfermeiros em terapia intensiva pediátrica e neonatal: estudo de revisão bibliográfica

Título alternativo Factors that cause stress in physicians and nurses working in a pediatric and neonatal intensive care unit: bibliographic review
Autor Fogaça, Monalisa de Cássia Autor UNIFESP Google Scholar
Carvalho, Werther Brunow de Autor UNIFESP Google Scholar
Citero, Vanessa de Albuquerque Autor UNIFESP Google Scholar
Nogueira-Martins, Luiz Antonio Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo OBJECTIVES: Bibliographic review on occupational stress and burnout presence in physicians and nurses that work in pediatric and neonatal intensive care units. METHODS: The articles were selected from the MedLine, LILACS and SciElo data base using the key words: stress, burnout, physicians, nursing, intensive care unit, pediatric intensive care unit and neonatal intensive care unit. The studied period ranged from 1990 to 2007. RESULTS: Health professionals who work in pediatric and neonatal intensive care units are strong candidates for developing stress, psychological alterations and burnout syndrome. Researches on this subject identified important alterations suffered by these physicians and nurses, such as: work overload, burnout, desires of giving up their jobs, high levels of cortisol, among other alterations. CONCLUSIONS: Professionals, who work in pediatric and neonatal intensive care units, due to the specificity of their job, are liable to develop occupational stress, and consequently burnout. These results suggest the need for further research with the objective of developing preventive measures and intervention models.

OBJETIVOS: Revisão de literatura sobre estresse ocupacional e síndrome de burnout em médicos e enfermeiros que trabalham em unidade de terapia intensiva pediátrica e neonatal. MÉTODOS: Os artigos foram identificados a partir das bases de dados MedLine, LILACS e SciElo, usando as palavras-chave estresse, burnout, médicos, enfermagem, unidade de terapia intensiva, unidade de cuidados intensivos pediátricos e unidades de cuidados intensivos neonatais. O período pesquisado foi de 1990 a 2007. RESULTADOS: Médicos e enfermeiros que trabalham em unidade de terapia intensiva pediátrica e neonatal são candidatos a apresentarem estresse, alterações psicológicas e síndrome de Burnout. Pesquisas sobre o tema identificaram alterações importantes que acometem médicos e enfermeiros intensivistas: sobrecarga de trabalho, burnout, desejo de abandonar o trabalho e níveis elevados de cortisol entre outros fatores. CONCLUSÕES: Os profissionais que trabalham em unidade de terapia intensiva pediátrica e neonatal , pela especificidade do seu trabalho, estão expostos ao risco do estresse ocupacional e, conseqüentemente ao Burnout. Estes dados sugerem a necessidade de serem feitas pesquisas, com o objetivo de desenvolver medidas preventivas e modelos de intervenção.
Palavra-chave Burnout, professional
Intensive care units, neonatal
Nursing
Stress
Physicians
Esgotamento profissional
Unidades de terapia intensiva neonatal
Enfermagem
Estresse
Médicos
Idioma Português
Data de publicação 2008-09-01
Publicado em Revista Brasileira de Terapia Intensiva. Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB, v. 20, n. 3, p. 261-266, 2008.
ISSN 0103-507X (Sherpa/Romeo)
Publicador Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
Extensão 261-266
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0103-507X2008000300009
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0103-507X2008000300009 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/4531

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Nome: S0103-507X2008000300009.pdf
Tamanho: 87.93KB
Formato: PDF
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