Acesso venoso pela via intra-óssea em urgências médicas

Acesso venoso pela via intra-óssea em urgências médicas

Título alternativo Venous access by intraosseous access in medical urgencies
Autor Lane, John Cook Google Scholar
Guimarães, Hélio Penna Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Sociedade Brasileira de Clínica Médica Centro de Treinamento em Medicina de Urgência Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia
AMIB AMB
Resumo BACKGROUND AND OBJECTIVES: First introduced in 1922, the intraosseous access technique was extensively used in the 1940's and revised in the 1980's. Since this technique is recommended in actual cardiopulmonary resuscitation guidelines, the authors present an historical and clinical review of intraosseous access to the venous system. CONTENTS: The MedLine (1950 to January 2008) database was searched for pertinent abstracts, using the key term intraosseous access. Additional references and historical papers were obtained from the bibliographies of the articles reviewed. Manufacturer Web sites were used to obtain information about intraosseous venous (IO) insertion devices. Were identified and reviewed 231 articles, and this present article condensed the mainly the principal findings described. All available English-language clinical trials, retrospective studies and review articles describing IO drug administration were reviewed. CONCLUSIONS: The intraosseous access is used mainly to gain rapid access to the intravenous system when there is delay in obtaining the latter one. The technique is simple to learn. The complications rate is less than 1%. Most emergency drugs can be administered in the same doses used by intravenous routes. Bone access can be used in children and adults of any age in several sites. This access can be used satisfactorily to draw blood for cross-matching, blood gases and blood chemistries and emergency infusion of blood and its derivatives, saline solutions for volume replacement in shock, cardiac arrest and emergencies when an intravenous access cannot be made readily available.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Inicialmente introduzida em 1922, a técnica de acesso intra-ósseo foi extensamente utilizada até os anos de 1940 e revisada nos anos 1980. Considerando sua recomendação em diretrizes de reanimação cardiopulmonar, o objetivo deste estudo foi apresentar uma revisão histórica e principais aspectos clínicos sobre acessos intra-ósseos ao sistema venoso. CONTEÚDO: Foi realizada uma busca por artigos originais através da palavra-chave acesso intra-ósseo na base de artigos MedLine (1950 a janeiro de 2008). Adicionalmente, referências destes artigos, capítulos de livros e artigos históricos foram avaliados para esta revisão. Portais na internet de fabricantes de equipamentos para punção intra-óssea também foram consultados. Foram identificados e revisados 231 artigos, e o presente estudo condensou os principais resultados descritos. Foram considerados ensaios clínicos na língua inglesa, estudos retrospectivos e artigos de revisão. CONCLUSÕES: O acesso intra-ósseo é usado principalmente para garantir rapidamente um acesso venoso quando há algum retardo ou dificuldade para acesso venoso periférico. Consiste em técnica de simples aprendizado e suas complicações são inferiores a 1%. A maior parte dos fármacos utilizados em emergências pode ser administrada por esta via em suas doses rotineiras. O acesso intra-ósseo pode ser usado com segurança em diferentes locais de punção, tanto em adultos quanto crianças. Este acesso pode ser satisfatoriamente utilizado para coleta sanguínea objetivando análise de gases e bioquímica sanguínea, infusão de sangue e hemoderivados, solução fisiológica para reposição volêmica em estados de choque, parada cardiorrespiratória e outras emergências, quando o acesso venoso convencional não pode ser rapidamente efetivado.
Palavra-chave Intraosseous access
Intravenous access
acesso intra-ósseo
acesso venoso
Idioma Português
Data de publicação 2008-03-01
Publicado em Revista Brasileira de Terapia Intensiva. Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB, v. 20, n. 1, p. 63-67, 2008.
ISSN 0103-507X (Sherpa/Romeo)
Publicador Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
Extensão 63-67
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0103-507X2008000100010
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0103-507X2008000100010 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/4282

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Nome: S0103-507X2008000100010.pdf
Tamanho: 97.13KB
Formato: PDF
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