Amaurose bilateral por menigoencefalite criptocócica: relato de caso

Amaurose bilateral por menigoencefalite criptocócica: relato de caso

Título alternativo Bilateral amaurosis due to cryptococcus meningoencephalitis: case report
Autor Aragão, Ricardo Evangelista Marrocos De Google Scholar
Muccioli, Cristina Autor UNIFESP Google Scholar
Barrreira, Ieda Maria Alexandre Autor UNIFESP Google Scholar
Ribeiro, Daniel Canamary Silveira Google Scholar
Timóteo, Cristiane Nobrega Gularte Google Scholar
Instituição Universidade de Regensburg
Universidade Federal do Ceará Hospital Universitário Walter Cantídio
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
UFC Hospital Universitário Walter Cantídio
Resumo Cryptococcal meningitis is caused by the yeast Cryptococcus neoformans. Two varieties are recognized: var. gattii and var. neoformans. It is usually associated with immunosuppressive states, particularly HIV infection. Cryptococcal infection of the central nervous system is uncommon in immunocompetent children and difficult to diagnose. Ocular complications are common. Optic disc swelling was found in 33%. The following report describes a case of meningitis caused by C. neoformans var. gattii in an 8 year-old immunocompetent child who developed optic atrophy. The patient was treated with amphotericin B associated with corticosteroids. Possible therapeutic strategies aimed at reducing visual loss in cryptococcal meningitis have great importance to avoid this important morbidity.

Meningoencefalite criptocócica é infecção causada por um fungo denominado Cryptococcus neoformans. Duas formas são conhecidas: variação gattii e neoformans. A infecção antes da puberdade é rara. Cerca de metade dos pacientes apresentam algum estado imunossupressivo. O papiledema está presente em um terço dos pacientes por ocasião do diagnóstico. Relatamos um caso de meningoencefalite por criptococose em paciente de oito anos de idade, sem relato de doenças prévias, que evoluiu com amaurose bilateral. O diagnóstico foi confirmado por detecção do C. neoformans, var. gattii. O paciente foi tratado com anfotericina B e dexametasona. Na literatura existem poucos relatos de perda visual permanente após meningite por criptococose. A existência de um protocolo para tratamento de pacientes com papiledema é um fator determinante para evitar a perda visual.
Palavra-chave Cryptococcosis
Blindness
Meningoencephalitis
Meningitis
Intracranial hypertension
Papilledema
Criptococose
Cegueira
Meningoencefalite
Meningite
Hipertensão intracraniana
Papiledema
Idioma Português
Data de publicação 2008-02-01
Publicado em Arquivos Brasileiros de Oftalmologia. Conselho Brasileiro de Oftalmologia, v. 71, n. 1, p. 101-103, 2008.
ISSN 0004-2749 (Sherpa/Romeo)
Publicador Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Extensão 101-103
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27492008000100021
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0004-27492008000100021 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/4196

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Nome: S0004-27492008000100021.pdf
Tamanho: 1.596MB
Formato: PDF
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