Correlação entre o posicionamento dos parafusos pediculares no corpo vertebral e sua força de arrancamento

Correlação entre o posicionamento dos parafusos pediculares no corpo vertebral e sua força de arrancamento

Título alternativo Correlation between pedicular screws positioning on vertebral body and its pullout strength
Autor Rodrigues, Luciano Miller Reis Google Scholar
Fujiki, Edison Noburu. Google Scholar
Yonezaki, Adriano Masayuki Google Scholar
Puertas, Eduardo Barros Autor UNIFESP Google Scholar
Wajchenberg, Marcelo Autor UNIFESP Google Scholar
Milani, Carlo Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Faculdade de Medicina do ABC
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo The objective of this paper was to study pedicular screws fixation strength on vertebral bodies by varying its repositioning angle. For this Study, eight pigs were selected, making up a total of 40 lumbar vertebrae, which were divided into 4 study groups. In the first group, the screws were inserted at zero degree, and in the second group, they were inserted and reinserted at the same position, while in the third group, the screws were reinserted within a 14-degree range, and, in the fourth group, within a 28-degree range. All screws were tested for pullout strength. Group I presented a pullout average of 146.85N. Group II presented a pullout average of 77.34N. Group III had an average of 97.75N. Group IV had an average of 110.02. It was concluded that the procedure of replacing screws should be avoided. Should any repositioning is required, this should be performed by changing repositioning angles as much far from the first one as possible.

O objetivo foi estudar as alterações da força de fixação dos parafusos pediculares nos corpos vertebrais ao variar a angulação durante o reposicionamento. Foram utilizados 8 suínos, totalizando 40 vértebras lombares. Dividimos em 4 grupos de estudo. No primeiro grupo os parafusos foram colocados a 0º (zero graus), no segundo introduzidos, retirados e recolocados na mesma posição (zero graus), no terceiro houve uma variação da angulação de 14º no reposicionamento e no quarto uma variação da angulação inicial de 28 graus. Todos os parafusos foram testados quanto à força de arrancamento. No resultado o grupo I apresentou uma média de arrancamento de 146,85N; o grupo II uma média de arrancamento de 77,34N. O grupo III 97,75N. O grupo IV teve uma média de 110,02N. Isso mostrou a necessidade de evitar o reposicionamento dos parafusos devido a perda de força de fixação no corpo vertebral. Quando reposicionados recolocá-los em angulações as mais diferentes possíveis da inicial, comprometendo assim, o mínimo possível a fixação.
Palavra-chave Spine
Pedicle screws
Biomechanics
Coluna vertebral
Parafuso pedicular
Biomecânica
Idioma Português
Data de publicação 2008-01-01
Publicado em Acta Ortopédica Brasileira. Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, v. 16, n. 4, p. 197-200, 2008.
ISSN 1413-7852 (Sherpa/Romeo)
Publicador Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Extensão 197-200
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S1413-78522008000400001
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S1413-78522008000400001 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/4171

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Nome: S1413-78522008000400001.pdf
Tamanho: 308.4KB
Formato: PDF
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