Pesquisa de anticorpos anti PGL-I através de ELISA em tatus selvagens do Brasil

Pesquisa de anticorpos anti PGL-I através de ELISA em tatus selvagens do Brasil

Título alternativo Research regarding anti-PGL-I antibodies by ELISA in wild armadillos from Brazil
Autor Deps, Patrícia Duarte Autor UNIFESP Google Scholar
Antunes, João Marcelo Azevedo de Paula Google Scholar
Faria, Carlos Google Scholar
Bührer-Sékula, Samira Google Scholar
Camargo, Zoilo Pires de Autor UNIFESP Google Scholar
Opromola, Diltor Vladimir Araujo Google Scholar
Tomimori, Jane Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal do Espírito Santo Departmento de Medicina Social
London School of Hygiene & Tropical Medicine Departmento de Infectologia e Doenças Tropicais
Escola de Medicina da Santa Casa de Misericórdia Departmento de Patologia
Royal Tropical Institute
Universidade Federal de Goiás Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Instituto Lauro de Souza Lima
Resumo Armadillos have been involved in leprosy transmission and are considered a source of Mycobacterium leprae in numerous reports. Clinicians from certain areas of the USA consider contact with armadillos a risk factor for leprosy. However, there is a challenge associated with the role of wild armadillos perpetuating human leprosy in the American Continent. The presence of anti-PGL-I antibodies was investigated in wild nine-banded armadillos from leprosy-endemic areas in State of Espirito Santo, Brazil, by ELISA performed on serum samples from 47 armadillos. Positive ELISA was obtained from 5 (10.6%) armadillos. Infected armadillos may play some role in leprosy transmission, disseminating bacilli in the environment, perhaps making it more difficult to interrupt transmission and reduce the number of new leprosy cases. ELISA is an efficient tool for seroepidemiological investigations of Mycobacterium leprae in armadillos.

Tatus têm sido envolvidos na transmissão da hanseníase e considerados como fonte de Mycobacterium leprae em muitas publicações. Médicos de partes dos EUA consideram o contato com tatus um fator de risco para hanseníase. Entretanto, há um desafio associado ao papel do tatu na perpetuação da hanseníase no Continente Americano. Foi pesquisada a presença de anticorpos anti-PGL-I em tatus selvagens de áreas endêmicas em hanseníase do Estado do Espírito Santo, Brasil, através de ELISA realizado em amostras de soro de 47 animais. Elisa positivo foi encontrado em 5 (10.6%) tatus. Tatus infectados podem ter algum papel na transmissão da hanseníase disseminando bacilos no meio ambiente, talvez tornando mais difícil a interrupção da cadeia de transmissão e redução do número de casos novos de hanseníase. A técnica de ELISA é um eficiente método para investigação soroepidemiológica da presença do Mycobacterium leprae em tatus.
Palavra-chave Mycobacterium leprae
Leprosy
Armadillos
ELISA
PGL-I
Mycobacterium leprae
Hanseníase
Tatu
ELISA
PGL-I
Idioma Português
Financiador Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Data de publicação 2008-01-01
Publicado em DEPS, Patrícia D. et al. Pesquisa de anticorpos anti PGL-I através de ELISA em tatus selvagens do Brasil. Rev. Soc. Bras. Med. Trop. [online]. 2008, vol.41, suppl.2, pp.73-76
ISSN 0037-8682 (Sherpa/Romeo, fator de impacto)
Publicador Sociedade Brasileira de Medicina Tropical - SBMT
Extensão 73-76
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0037-86822008000700015
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
Web of Science WOS:000267812200015
SciELO S0037-86822008000700015 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/4116

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