The value of adenosine deaminase (ADA) determination in the diagnosis of tuberculous ascites

The value of adenosine deaminase (ADA) determination in the diagnosis of tuberculous ascites

Título alternativo Valor da determinação da adenosina deaminase (ADA) no diagnóstico da ascite tuberculosa
Autor Brant, Cesar Q. Autor UNIFESP Google Scholar
Silva Jr., Mario R. Autor UNIFESP Google Scholar
Macedo, Erica P. Autor UNIFESP Google Scholar
Vasconcelos, Claudio Autor UNIFESP Google Scholar
Tamaki, Natalina Autor UNIFESP Google Scholar
Ferraz, Maria Lucia Cardoso Gomes Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo In order to evaluate the role of the determination of adenosine deaminase activity (ADA) in ascitic fluid for the diagnosis of tuberculosis, 44 patients were studied. Based on biochemical, cytological, histopathological and microbiological tests, the patients were divided into 5 groups: G1 - tuberculous ascites (n = 8); G2 - malignant ascites (n = 13); G3 - spontaneous bacterial peritonitis (n = 6); G4 - pancreatic ascites (n = 2); G5 - miscelaneous ascites (n = 15). ADA concentration were significantly higher in G1 (133.50 ± 24.74 U/l) compared to the other groups (G2 = 41.85 ± 52.07 U/l; G3 = 10.63 ± 5.87 U/l; G4 = 18.00 ± 7.07 U/l; G5 = 11.23 ± 7.66 U/l). At a cut-off value of >31 U/l, the sensitivity, specificity and positive and negative preditive values were 100%, 92%, 72% and 100%, respectively. ADA concentrations as high as in tuberculous ascites were only found in two malignant ascites caused by lymphoma. We conclude that ADA determination in ascitic fluid is a useful and reliable screening test for diagnosing tuberculous ascites. Values of ADA higher than 31 U/l indicate more invasive methods to confirm the diagnosis of tuberculosis.

Com o objetivo de avaliar o papel da determinação da atividade da enzima adenosina deaminase (ADA) no diagnóstico da peritonite tuberculosa, foram estudados 44 pacientes. De acordo com os resultados das determinações bioquímicas, citológicas, histopatológicas e microbiológicas, os pacientes foram divididos nos seguintes grupos: G1 - ascite tuberculosa (n = 8); G2 - neoplásica (n = 13), G3 - peritonite bacteriana espontânea (n = 6), G4 -ascite pancreática (n = 2), G5 - miscelânea (n = 15). A concentração de ADA no grupo de pacientes com peritonite tuberculosa foi de 133.50 ± 24.74 U/l, significantemente mais elevada que nos outros grupos (G2 = 41.85 ± 52.07; G3 = 10.63 ± 5.87; G4 = 18.00 ± 7.07; G5 = 11.23 ± 7.66). Com um limite de corte de 31 U/l, a sensibilidade, especificidade, valor preditivo positivo e valor preditivo negativo para diagnóstico de tuberculose foram, respectivamente 100%, 92%, 72% e 100%. Valores de ADA tão elevados quanto na tuberculose só foram encontrados nas ascites neoplásicas causadas por linfomas. Com base nestes achados, consideramos que a determinação de ADA deve ser utilizada como um teste de triagem no diagnóstico diferencial das ascites. Valores de ADA acima de 31 U/l indicam a necessidade de testes invasivos (laparoscopia e/ou biópsia peritonial, para confirmação diagnóstica).
Palavra-chave Tuberculous peritonitis
Adenosine deaminase
Ascites
Idioma Inglês
Data de publicação 1995-10-01
Publicado em Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical, v. 37, n. 5, p. 449-453, 1995.
ISSN 0036-4665 (Sherpa/Romeo)
Publicador Instituto de Medicina Tropical
Extensão 449-453
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0036-46651995000500011
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0036-46651995000500011 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/395

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Nome: S0036-46651995000500011.pdf
Tamanho: 872.0KB
Formato: PDF
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