A existência de Deus em Duns Scotus

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dc.contributor.advisor Cezar, Cesar Ribas [UNIFESP]
dc.contributor.author Silva, Roberto de Sousa [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2016-06-22T14:35:23Z
dc.date.available 2016-06-22T14:35:23Z
dc.date.issued 2014-06-30
dc.identifier.citation SILVA, Roberto de Sousa. A existência de Deus em Duns Scotus. 2014. 100 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia) – Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Guarulhos, 2014.
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/39263
dc.description.abstract Duns Scotus, teólogo padre franciscano e filósofo do século XIII busca provar a existência de Deus através da questão “se há entre os entes um ente infinito atualmente existente” (Ordinatio I, parte 1, qq. 1-2.). O Doutor Sútil elabora uma prova dentre as mais complexas, por isso, não é uma prova fácil de ser analisada, mesmo porque temos no mínimo quatro versões: na Lectura (I, d. 2, q. 1, nn. 38- 135), na Ordinatio (I, d. 2, q. 1, nn. 1-156), na Reportatio (I, d. 2, q. 1) e no De primo principio. Vê-se que o tema é um dos problemas centrais da filosofia scotista. Nossa pesquisa enxerga na Ordinatio I (d. 2, q. 1) uma versão completa e madura da prova da existência de Deus em Scotus, além de ser uma edição crítica da resposta do mestre franciscano à questão. Por isso, é aquela que em especial exploraremos. Nessa obra, Scotus argumenta sobre a prova da existência de um princípio absolutamente simples, que seria primeiro na ordem de causalidade eficiente e final. Em seguida, demonstra que esse ente absolutamente simples é plenamente primeiro, pois é primaz em eficiência, finalidade e eminência. Também procura provar que essa tríplice primazia cabe a uma única natureza. Portanto refere-se a um único ente descrito como infinito, pois o primeiro em causalidade só pode causar a si mesmo e ser causa por si mesmo, não é causado por nada externo. Esse ente só pode ter a si mesmo como finalidade, pois, do contrário, não seria primeiro. Do mesmo modo, ele só pode ser primaz em eminência, senão não seria primeiro. Uma vez provadas a unidade e simplicidade desse ente, Scotus parte para a demonstração das propriedades absolutas de Deus. Ele as vê em duas partes: na primeira, trata da inteligência e vontade, e na segunda, da infinidade desse primeiro ente. Logo em seguida, iremos explorar os argumentos de Scotus que corroboram a afirmação da Unicidade de Deus que ele trata na Ordinatio I, parte I questão 3. pt
dc.description.abstract Duns Scotus, Franciscan Priest Theologian and Philosopher of the Thirteenth Century seeks to prove the existence of God through the question “If there is an infinite being among beings that actually exists" (Ordinatio I, part 1, qq. 1-2 . ). The Subtle Doctor elaborates a proof from among the more complex ones, so it is not an easy proof to analyze. We have at least four versions: in Lectura (I, d. 2, q. 1, nn. 38- 135) in the Ordinatio (I, d. 2, q. 1, nn. 1-156) in Reportatio (I, d. 2, q. 1) and the De primo principio, One sees that the theme is one of the core problems of the Philosophy Scotist. Our research sees in the Ordinatio I (d. 2, q. 1) a complete and mature version of proving the existence of God at Scotus, besides being a critical edition of Master Franciscan to reply the question. Therefore, the one that we will explore. In that work, Scotus proves the existence of a principle simple, that it would be the first about efficient causality and final. Then he demonstrates that this being simple is fully first, as its primacy in efficiency, finality and eminence. In addition, he seeks to prove that this threefold primacy belongs to one nature. He refers to a single entity described as infinite. This being can only have itself as purpose, because otherwise it would not be first. Similarly, it must be the first one in eminence, otherwise would not be the first. Once proven the unity and simplicity of this being, Scotus will demonstrate the absolute properties of God. He sees into two parts: the first deals with the intellect and will, and the second part deals with the infinity of this first being. Next, we will be exploring the arguments from Scotus that backs the Unity of God that he treats in Ordinatio I, Part I Question 3. en
dc.description.sponsorship Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) pt
dc.format.extent 100 f.
dc.language.iso por pt
dc.publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) pt
dc.rights Acesso aberto pt
dc.subject Deus pt
dc.subject Existência pt
dc.subject Ente pt
dc.subject Metafísica pt
dc.subject Causalidade pt
dc.subject Scotus pt
dc.subject God en
dc.subject Existence en
dc.subject Being en
dc.subject Metaphysics en
dc.subject Causality en
dc.subject Scotus en
dc.title A existência de Deus em Duns Scotus pt
dc.title.alternative The existence of God in Duns Scotus en
dc.type Dissertação de mestrado pt
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) pt
dc.identifier.file Publico-39263.pdf
unifesp.campus Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH) pt
unifesp.graduateProgram Filosofia - Guarulhos pt
unifesp.knowledgeArea Filosofia pt



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Name: Publico-39263.pdf
Size: 1.107Mb
Format: PDF
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