O muco traqueobrônquico humano mantido em temperatura ambiente e suas propriedades físico-químicas

O muco traqueobrônquico humano mantido em temperatura ambiente e suas propriedades físico-químicas

Título alternativo Physicochemical properties of human tracheobronchial sputum maintained at room temperature
Autor Zanchet, Renata Claudia Google Scholar
Feijó, Gilvânia Google Scholar
Gastaldi, Ada Clarice Autor UNIFESP Google Scholar
Jardim, José Roberto Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade de Brasília
Universidade Católica de Brasília
Universidade de São Paulo (USP)
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo OBJECTIVE: To evaluate the effect that maintaining tracheobronchial sputum at room temperature has on the analysis of ciliary transport and cough, as well as on the contact angle. METHODS: Hyaline sputum was collected from 30 individuals without pulmonary diseases, and purulent sputum was collected from patients with bronchiectasis. The samples were analyzed immediately after collection and again after 24 h. RESULTS: After 24 h at room temperature, the purulent sputum presented an increase in cough-induced dislodgment (96 ± 50 vs. 118 ± 61 mm) and a decrease in the contact angle (32 ± 6 vs. 27 ± 6 degrees) (p < 0.05). For the hyaline sputum, there were no alterations in the parameters analyzed. CONCLUSION: Hyaline tracheobronchial sputum can be stored in room temperature for 24 h without presenting alterations in ciliary transport or contact angle. However, purulent sputum should not be stored at room temperature for many hours, since ciliary transport and contact angle might be altered as a result.

OBJETIVO: Verificar a influência da permanência em temperatura ambiente na análise da transportabilidade por ação ciliar e por tosse e do ângulo de contato do muco traqueobrônquico. MÉTODOS: Foi coletado muco hialino de 30 indivíduos sem doença pulmonar, e purulento de vinte pacientes com bronquiectasia. As amostras foram analisadas logo após a coleta e novamente após 24 h. RESULTADOS: Para o muco purulento, após 24 h em temperatura ambiente, houve aumento no deslocamento por tosse (96 ± 50 vs. 118 ± 61 mm) e diminuição do ângulo de contato (32 ± 6 vs. 27 ± 6 graus) (p < 0,05). Para o muco hialino não houve alterações nas medidas analisadas. CONCLUSÃO: O muco traqueobrônquico hialino pode ser armazenado em temperatura ambiente por 24 h sem que haja alterações em sua transportabilidade por ação ciliar ou em seu ângulo de contato. Por outro lado, o muco purulento não deve permanecer em temperatura ambiente por muitas h para que não se altere seu ângulo de contato e sua transportabilidade por tosse.
Palavra-chave Temperature
Sputum
Cough
Mucociliary clearance
Temperatura ambiente
Muco
Tosse
Depuração mucociliar
Idioma Português
Data de publicação 2007-02-01
Publicado em Jornal Brasileiro de Pneumologia. Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, v. 33, n. 1, p. 57-61, 2007.
ISSN 1806-3713 (Sherpa/Romeo)
Publicador Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia
Extensão 57-61
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S1806-37132007000100012
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S1806-37132007000100012 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/3555

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Nome: S1806-37132007000100012.pdf
Tamanho: 224.2KB
Formato: PDF
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