Severe physical punishment and mental health problems in an economically disadvantaged population of children and adolescents

Severe physical punishment and mental health problems in an economically disadvantaged population of children and adolescents

Título alternativo Punição física grave e problemas de saúde mental em população de crianças e adolescentes economicamente desfavorecida
Autor Bordin, Isabel Altenfelder Santos Autor UNIFESP Google Scholar
Paula, Cristiane Silvestre de Autor UNIFESP Google Scholar
Nascimento, Rosimeire do Autor UNIFESP Google Scholar
Duarte, Cristiane Seixas Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Universidade Presbiteriana Mackenzie, Faculty of Psychology
Columbia University New York State Psychiatric Institute Department of Psychiatry
Resumo OBJECTIVE: To estimate the prevalence of severe physical punishment of children/adolescents in a low-income community, and to examine child mental health problems as a potential correlate. METHOD: This study is a Brazilian cross-sectional pilot study of the World Studies of Abuse in Family Environments. A probabilistic sample of clusters including all eligible households (women aged 15-49 years, son/daughter < 18 years) was evaluated. One mother-child pair was randomly selected per household (n = 89; attrition = 11%). Outcome (severe physical punishment of children/adolescents by mother/father) was defined as shaking (if age < 2 years), kicking, choking, smothering, burning/scalding/branding, beating, or threatening with weapon. Three groups of potential correlates were examined: child/adolescent (age, gender, physical/mental health); mother (education, unemployment, physical/mental health, harsh physical punishment in childhood, marital violence); father (unemployment, drunkenness). Severe marital violence was defined as kicking, hitting, beating or use of /threat to use a weapon. The following standardized questionnaires were applied by trained interviewers: World Studies of Abuse in Family Environments Core Questionnaire, Child Behavior Checklist, Self-Report Questionnaire. RESULTS: Outcome prevalence was 10.1%. Final logistic regression models identified two correlates: maternal harsh physical punishment in childhood (total sample, OR = 5.3, p = 0.047), and child/adolescent mental health problems (sub-sample aged 4-17 years, n = 67, OR = 9.1, p = 0.017). CONCLUSIONS: Severe physical punishment of children/adolescents is frequent in the studied community. The victims have a higher probability of becoming future perpetrators. When intrafamilial violence occurs, child/adolescent mental health may be compromised.

OBJETIVO: Estimar a prevalência de punição física grave de crianças/adolescentes em comunidade de baixa renda e examinar problemas de saúde mental nas crianças/adolescentes como um potencial fator associado. MÉTODO: Este trabalho é um estudo piloto brasileiro de corte transversal do World Studies of Abuse in Family Environments. Foi avaliada uma amostra probabilística de conglomerados, incluindo todos os domicílios elegíveis (mulheres de 15-49 anos, filho/filha < 18 anos). Uma dupla mãe-filho foi aleatoriamente selecionada por domicílio (n = 89; perda amostral = 11%). O desfecho clínico (punição física grave de crianças/adolescentes por mãe/pai) foi definido como sacudir/chacoalhar (se < 2 anos), chutar, esganar, sufocar, queimar, espancar ou ameaçar com arma. Três grupos de potenciais fatores associados foram examinados: criança/adolescente (idade, sexo, problemas de saúde física/mental); Mãe (escolaridade, desemprego, problemas de saúde física/mental, punição severa na infância, violência conjugal); Pai (desemprego, embriaguez). Violência conjugal grave foi definida como chute, soco, espancamento ou uso/ameaça de uso de arma. Os seguintes questionários padronizados foram aplicados por entrevistadores treinados: World Studies of Abuse in Family Environments Core Questionnaire, Child Behavior Checklist, Self-Report Questionnaire. RESULTADOS: Prevalência do desfecho clínico foi de 10,1%. Modelos finais de regressão logística identificaram dois fatores associados: experiência materna de punição severa na infância (amostra total, OR = 5,3, p = 0,047) e problemas de saúde mental na criança/adolescente (sub-amostra de 4-17 anos, n = 67, OR = 9,1, p = 0,017). CONCLUSÕES: A punição física grave de crianças/adolescentes é freqüente na comunidade estudada, sendo que as vítimas têm probabilidade aumentada de se tornarem futuros agressores. Quando ocorre violência intrafamiliar, a saúde mental das crianças e adolescentes pode estar comprometida.
Palavra-chave Mental health
Child abuse
Child psychiatry
Prevalence
Risk factors
Saúde mental
Maus-tratos infantis
Psiquiatria infantil
Prevalência
Fatores de risco
Idioma Inglês
Data de publicação 2006-12-01
Publicado em Revista Brasileira de Psiquiatria. Associação Brasileira de Psiquiatria - ABP, v. 28, n. 4, p. 290-296, 2006.
ISSN 1516-4446 (Sherpa/Romeo, fator de impacto)
Publicador Associação Brasileira de Psiquiatria - ABP
Extensão 290-296
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S1516-44462006000400008
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
Web of Science WOS:000242700000008
SciELO S1516-44462006000400008 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/3348

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Nome: S1516-44462006000400008.pdf
Tamanho: 1.108MB
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