Síndrome mielodisplásica secundária à quimio ou radioterapia: SMD relacionada a tratamento

Síndrome mielodisplásica secundária à quimio ou radioterapia: SMD relacionada a tratamento

Título alternativo Myelodysplastic syndrome secondary to chemo: and radiotherapy MDS related to the treatment
Autor Pinheiro, Ronald F. Autor UNIFESP Google Scholar
Chauffaille, Maria de Lourdes Lopes Ferrari Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo The leukaemogenic effect of chemotherapeutic agents after treatment for other malignancies have been well described. Myelodysplastic syndrome secondary to chemo- and radiotherapy (MDS-t) usually develops four to seven years after the initial exposure to chemotherapy frequently involving young patients, shows a high incidence of transformation to AML, is associated with severe cytopenias, trilineage dysplasia, reduced marrow cellularity and fibrosis, and presents an incidence of chromosomal abnormalities of up to 80% of the cases. The most common abnormalities are related to chromosomes 5 and 7. Alkylating agents have been considered the most common drugs associated with MDS-t. High dose chemotherapy used as part of the conditioning regimen prior to bone marrow transplantation as well as traditional regimens such as COPP/ABV and BEACOPP have also been associated with MDS-t. Recently, drugs such as azathioprine, rituximab and cladribine have been reported as causes too. Due to the increasing survival of patients suffering from other malignancies, MDS-t results as a mutagenic effect of these therapies and is related to poor prognosis.

O efeito leucemogênico dos agentes quimioterápicos após o tratamento para neoplasias é bem conhecido. Síndrome mielodisplásica secundária a quimio ou radioterapia, também denominada relacionada à terapia (SMD-t), geralmente ocorre quatro a sete anos após a exposição inicial ao agente quimio ou radioterápico, acomete habitualmente pacientes jovens, apresenta alta incidência de transformação para leucemia mielóide aguda (LMA), está associada a citopenias severas, displasia das três linhagens, celularidade medular reduzida e fibrose, e anormalidades citogenéticas em até 80% dos casos. As anormalidades mais freqüentes envolvem os cromossomos 5 e 7. No tocante à quimioterapia, os agentes alquilantes são as drogas mais comumente associadas com SMD-t. Quimioterápicos em altas doses usados como parte de regimes de condicionamento para transplantes de medula óssea e radioterapia, além dos esquemas COPP/ABV e BEACOPP, estão associados com SMD-t. Recentemente, drogas como azatioprina, cladribina e rituximab também foram relacionadas à SMD-t. Devido ao aumento da sobrevida de pacientes acometidos por neoplasias malignas, a SMD-t surge como efeito mutagênico desses tratamentos e confere prognóstico desfavorável.
Palavra-chave Secondary myelodysplastic syndrome
therapy related-MDS
chemotherapy-MDS
MDS-t
Síndrome mielodisplásica secundária
SMD relacionada a quimioterapia
SMD-t
Idioma Português
Data de publicação 2006-09-01
Publicado em Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia. Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular, v. 28, n. 3, p. 201-203, 2006.
ISSN 1516-8484 (Sherpa/Romeo)
Publicador Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular
Extensão 201-203
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S1516-84842006000300010
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S1516-84842006000300010 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/3248

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Nome: S1516-84842006000300010.pdf
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