Epidemiologia da leucemia linfocítica crônica e leucemia linfocítica crônica familiar

Epidemiologia da leucemia linfocítica crônica e leucemia linfocítica crônica familiar

Título alternativo Epidemiology of chronic lymphocytic leukemia and familial chronic lymphocytic leukemia
Autor Yamamoto, Mihoko Autor UNIFESP Google Scholar
Figueiredo, Vera L. P. Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
IAMSPE Serviço de Hematologia Clínica
Hospital do Servidor Público Estadual IAMSPE Serviço de Hematologia Clínica
Resumo Chronic lymphocytic leukemia (CLL) is a chronic lympho-proliferative desorder (CLPD) with peculiar epidemiologic characteristics. It is a disease of the elderly, which is very rare in under 30-year-old individuals and absent among children. Its incidence largely varies according to the ethnical origin: CLL is the most common leukemia in Western countries while it is rarely seen in Eastern countries. The etiology of CLL is still unknown. Environmental factors such as exposure to ionizing radiation (atomic bomb survivors did not show an increased incidence of CLL) or toxic or viral agents are not associated to the occurrence of CLL. Familiar CLL is characterized when at least two members of the same family develop CLL The diagnosis of familiar CLL seems to be made 10 to 20 years earlier than sporadic cases. CLL occurs more frequently among siblings and offspring although it may appear in other members such as cousins. The frequency of other CLPD (relative risk is 30 times greater) and monoclonal CD5+B cells proliferations (13.5%-18%) are higher among healthy members of familial CLL and HLADR1/11 is implicated in at least some populations with familial CLL.

A leucemia linfocítica crônica (LLC) é uma doença linfoproliferativa crônica (DLPC) que apresenta características epidemiológicas peculiares; acomete indivíduos com idade mais avançada (não ocorre em crianças e é rara abaixo dos 30 anos) e a sua incidência varia conforme a origem étnica dos pacientes. É a leucemia mais freqüente nos países ocidentais enquanto muito rara nos orientais. A sua etiologia não está ainda esclarecida, não se conhecendo fatores ambientais que mostrem forte associação com o surgimento da doença. Não tem relação com radiação ionizante (sobreviventes da bomba atômica não apresentaram aumento na incidência da LLC), assim como não foi demonstrada associação com agentes tóxicos ou virais específicos. A LLC familiar é assim denominada quando, pelo menos, dois membros de uma família apresentam LLC e o diagnóstico nestes pacientes costuma ocorrer em idade mais precoce. A ocorrência é maior em parentes de primeiro grau (irmãos, filhos), podendo, porém, afetar parentes mais distantes. Os familiares de pacientes com LLC apresentam maior freqüência de outras DLPC (risco relativo 30x maior) e de proliferação monoclonal de linfócitos B (13%-18%) e parece que o HLADR1.11 está implicado na LLC familiar, pelo menos em algumas populações.
Palavra-chave Chronic lymphocytic leukemia
epidemiology
familial chronic lymphocytic leukemia
Leucemia linfocítica crônica
epidemiologia
leucemia linfocítica crônica familiar
Idioma Português
Data de publicação 2005-12-01
Publicado em Revista Brasileira de Hematologia e Hemoterapia. Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular, v. 27, n. 4, p. 229-232, 2005.
ISSN 1516-8484 (Sherpa/Romeo)
Publicador Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia e Terapia Celular
Extensão 229-232
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S1516-84842005000400002
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S1516-84842005000400002 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/2836

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Nome: S1516-84842005000400002.pdf
Tamanho: 149.2KB
Formato: PDF
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