Lovastatin reduces neuronal cell death in hippocampal CA1 subfield after pilocarpine-induced status epilepticus: preliminary results

Lovastatin reduces neuronal cell death in hippocampal CA1 subfield after pilocarpine-induced status epilepticus: preliminary results

Título alternativo Lovastatina reduz a lesão celular na região CA1 do hipocampo após o status epilepticus induzido pela pilocarpina: resultados preliminares
Autor Rangel, Pauline Google Scholar
Cysneiros, Roberta Monterazzo Autor UNIFESP Google Scholar
Arida, Ricardo Mario Autor UNIFESP Google Scholar
Albuquerque, Marly de Autor UNIFESP Google Scholar
Colugnati, Diego Basile Autor UNIFESP Google Scholar
Scorza, Carla Alessandra Autor UNIFESP Google Scholar
Cavalheiro, Esper Abrão Autor UNIFESP Google Scholar
Scorza, Fulvio Alexandre Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade de Mogi das Cruzes Núcleo de Pesquisas Tecnológicas Laboratório de Neurociências
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo OBJECTIVE: To further characterize the capacity of lovastatin to prevent hippocampal neuronal loss after pilocarpine-induced status epilepticus (SE) METHOD: Adult male Wistar rats were divided into four groups: (A) control rats, received neither pilocarpine nor lovastatin (n=5); (B) control rats, received just lovastatin (n=5); (C) rats that received just pilocarpine (n=5); (D) rats that received pilocarpine and lovastatin (n=5). After pilocarpine injection (350mg/kg, i.p.), only rats that displayed continuous, convulsive seizure activity were included in our study. Seizure activity was monitored behaviorally and terminated with an injection of diazepam (10 mg/kg, i.p.) after 4 h of convulsive SE. The rats treated with lovastatin received two doses of 20mg/kg via an oesophagic probe immediately and 24 hours after SE induction. Seven days after pilocarpine-induced SE, all the animals were perfused and their brains were processed for histological analysis through Nissl method. RESULTS: The cell counts in the Nissl-stained sections performed within the hippocampal formation showed a significant cell loss in rats that received pilocarpine and presented SE (CA1= 26.8 ± 13.67; CA3= 38.1 ± 7.2; hilus= 43.8 ± 3.95) when compared with control group animals (Group A: CA1= 53.2 ± 9.63; CA3= 63.5 ± 13.35; hilus= 59.08 ± 10.24; Group B: CA1= 74.3 ± 8.16; CA3= 70.1 ± 3.83; hilus= 70.6 ± 5.10). The average neuronal cell number of CA1 subfield of rats that present SE and received lovastatin (44.4 ± 17.88) was statically significant increased when compared with animals that just presented SE. CONCLUSION: Lovastatin exert a neuroprotective role in the attenuation of brain damage after SE.

OBJETIVO: Capacidade da lovastatina em prevenir a perda de neurônios hipocampais após o status epilepticus (SE) induzido pela pilocarpina. MÉTODO: Ratos adultos Wistar foram divididos em 4 grupos: (A) ratos controles que não receberam pilocarpina nem lovastatina (n=5); (B) ratos controles que receberam somente lovastatina (n=5); (C) ratos que receberam somente pilocarpina (n=5); (D) ratos que receberam pilocarpina e lovastatina (n=5). Após a administração de pilocarpina (350mg/kg, i.p.), somente ratos que evoluíram para o status epilepticus foram incluídos em nosso estudo. A atividade epiléptica foi interrompida com uma injeção de diazepam (10 mg/kg, i.p.) após 4h do início do SE. Os ratos tratados com lovastatina receberam duas doses de 20mg/kg via esofágica, imediatamente e 24 h após a indução do SE. Sete dias após o SE induzido pela pilocarpina, todos os animais foram perfundidos e seus cérebros processados para análise histológica através do método de Nissl. RESULTADOS: A contagem celular da formação hipocampal mostrou uma significante perda celular nos animais que receberam pilocarpina e apresentaram SE (CA1= 26,8 ± 13,67; CA3= 38,1 ± 7,2; hilus= 43,8 ± 3,95) quando comparados com animais pertencentes ao grupo controle (Grupo A: CA1= 53,2 ± 9,63; CA3= 63,5 ± 13,35; hilus= 59,08 ± 10,24; Grupo B: CA1= 74,3 ± 8,16; CA3= 70,1 ± 3,83; hilus= 70,6 ± 5,10). O número de células neuronais na região CA1 do hipocampo de ratos que apresentaram SE e receberam lovastatina (44,4 ± 17,88) foi estatisticamente maior quando comparado com animais que somente apresentaram SE. CONCLUSÃO: A lovastatina exerce papel neuroprotetor na atenuação do dano cerebral após o SE.
Assunto epilepsy
pilocarpine
lovastatin
hippocampus
epilepsia
pilocarpina
lovastatina
hipocampo
Idioma Inglês
Financiador Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Data 2005-12-01
Publicado em Arquivos de Neuro-Psiquiatria. Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO, v. 63, n. 4, p. 972-976, 2005.
ISSN 0004-282X (Sherpa/Romeo)
Editor Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Extensão 972-976
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0004-282X2005000600013
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0004-282X2005000600013 (estatísticas na SciELO)
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/2819

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