É importante restringir a movimentação cefálica após a manobra de Epley?

É importante restringir a movimentação cefálica após a manobra de Epley?

Título alternativo Is it important to restrict head movement after Epley maneuver?
Autor Ganança, Fernando Freitas Autor UNIFESP Google Scholar
Simas, Ricardo Autor UNIFESP Google Scholar
Ganança, Mauricio Malavasi Autor UNIFESP Google Scholar
Korn, Gustavo Polacow Autor UNIFESP Google Scholar
Dorigueto, Ricardo Schaffeln Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo The effectiveness of postmaneuver postural restrictions is controversial in patients with benign paroxysmal positional vertigo. AIM: To verify the role of postural restrictions in patients with benign paroxysmal positional vertigo of posterior canal, submitted to a single Epley maneuver. STUDY DESIGN: clinical prospective. MATERIAL AND METHOD: Fifty eight patients with benign paroxysmal positional vertigo of posterior canal were randomly divided in two groups following the application of a unique Epley maneuver. The patients from group 1 were informed to restrict their head movements and to use a cervical collar and group 2 patients were not informed about these postmaneuver restrictions. The patients from both groups were reevaluated one week after Epley maneuver, regarding the presence of symptoms and positional nystagmus. RESULTS: One week after Epley maneuver 82.1% of the patients from group 1 and 73.3% from group 2 didn't present positional nystagmus (p=0.421). There was a clinical improvement in 96.0% of the patients from group 1 and in 94.0% from group 2 (p=0.781). CONCLUSION: The use of postural restrictions in patients with benign paroxysmal positional vertigo of posterior canal didn't interfere in their clinical evaluation, one week after a unique Epley maneuver.

O uso de restrição de movimentação cefálica após a manobra de Epley ainda é controverso. OBJETIVO: Verificar a importância da restrição de movimentação cefálica na evolução clínica de pacientes com vertigem posicional paroxística benigna por ductolitíase de canal semicircular posterior, quando submetidos a uma única manobra de Epley. FORMA DE ESTUDO: clínico prospectivo. MATERIAL E MÉTODO: Cinqüenta e oito pacientes com ductolitíase do canal semicircular posterior foram divididos aleatoriamente em dois grupos após a aplicação de uma manobra de Epley. Os pacientes do grupo 1 foram orientados quanto às restrições da movimentação cefálica e os pacientes do grupo 2 não foram orientados. Após uma semana, os dois grupos foram avaliados quanto à presença do nistagmo de posicionamento e à evolução clínica da vertigem. RESULTADOS: O nistagmo de posicionamento não esteve presente em 82,1% dos pacientes do grupo 1 e em 73,3% dos pacientes do grupo 2 após uma semana da manobra de Epley (p=0,421). Houve melhora clínica subjetiva em 96,0% dos pacientes do grupo 1 e em 94,0% dos pacientes do grupo 2 (p=0,781). CONCLUSÃO: O uso das restrições de movimentação cefálica não interferiu na evolução clínica dos pacientes com vertigem posicional paroxística benigna por ductolitíase de canal semicircular posterior, submetidos à única manobra de Epley.
Palavra-chave vertigo
vestibular diseases
nystagmus
vertigem
doenças vestibulares
nistagmo
Idioma Português
Data de publicação 2005-12-01
Publicado em Revista Brasileira de Otorrinolaringologia. ABORL-CCF Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial, v. 71, n. 6, p. 764-768, 2005.
ISSN 0034-7299 (Sherpa/Romeo)
Publicador ABORL-CCF Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial
Extensão 764-768
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0034-72992005000600013
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0034-72992005000600013 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/2777

Exibir registro completo




Arquivo

Nome: S0034-72992005000600013.pdf
Tamanho: 119.0KB
Formato: PDF
Descrição:
Abrir arquivo

Este item está nas seguintes coleções

Buscar


Navegar

Minha conta