Virulence profile of ten Paracoccidioides brasiliensis isolates: association with morphologic and genetic patterns

Virulence profile of ten Paracoccidioides brasiliensis isolates: association with morphologic and genetic patterns

Título alternativo Perfil de virulência de dez isolados de Paracoccidioides brasiliensis: associação com morfologia e padrão genético
Autor Kurokawa, Cilmery Suemi Google Scholar
Lopes, Catalina R. Google Scholar
Sugizaki, Maria F. Google Scholar
Kuramae, Eiko E. Google Scholar
Franco, Marcello Fabiano de Autor UNIFESP Google Scholar
Peraçoli, Maria T. S. Google Scholar
Instituição Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo Ten isolates of Paracoccidioides brasiliensis were examined for differences in virulence in outbred mice intravenously inoculated with the fungus, associated with mycelial morphology, and genetic patterns measured by random amplified polymorphic DNA (RAPD). Virulence was evaluated by viable yeast cell recovery from lungs and demonstration of histopathologic lesions in different organs. The results showed that the isolates presented four virulence degrees: high virulence, intermediate, low and non-virulence. RAPD clustered the isolates studied in two main groups with 56% of genetic similarity. Strains with low virulence, Pb265 or the non-virulent, Pb192, showed glabrous/cerebriform morphology and high genetic similarity (98.7%) when compared to the other isolates studied. The same was observed with Bt79 and Bt83 that shared 96% genetic similarity, cottony colonies and high virulence. The RAPD technique could only discriminate P. brasiliensis isolates according to glabrous/cerebriform or cottony colonies, and also high from low virulence strains. Isolates with intermediate virulence such as Pb18, Pb18B6, Bt32 and Bt56 showed variability in their similarity coefficient suggesting that RAPD was able to detect genetic variability in this fungal specie. Virulence profile of P. brasiliensis demonstrated that both mycelial morphologic extreme phenotypes may be associated with fungal virulence and their in vitro subculture time. Thus, RAPD technique analysis employed in association with virulence, morphologic and immunologic aspects might prove adequate to detect differences between P. brasiliensis isolates.

Dez isolados de P. brasiliensis foram avaliados em relação à patogenicidade por inoculação intravenosa em camundongos e associação com morfologia miceliana e padrão genético por amplificação genônica do DNA polimórfico (RAPD). A patogenicidade, avaliada por recuperação de fungos viáveis a partir de tecido pulmonar e por lesões histopatológicas em diferentes órgãos, mostrou que os isolados apresentaram quatro graus de virulência: alta virulência, virulência intermediária, baixa virulência e não virulência. A técnica de RAPD agrupou os isolados em dois grupos com 56% de similaridade genética. Amostras com baixa virulência Pb265 ou não virulência Pb192 apresentaram morfologia glabra/cerebriforme e alta similaridade genética (98,7%) quando comparadas com os outros isolados estudados. O mesmo foi observado com os isolados Bt79 e Bt83, que compartilharam 96% de semelhança genética, colônias cotonosas e alta virulência. Essa técnica pode discriminar apenas isolados com morfologia glabra da cotonosa e com alta e baixa virulência. Isolados com virulência intermediária como Pb18, Pb18B6, Bt32 e Bt54 mostraram variabilidade no coeficiente de similaridade, sugerindo que a técnica de RAPD permite mostrar variabilidade genética nessa espécie fúngica. O estudo do perfil de virulência das amostras de P. brasiliensis demonstrou que os dois fenótipos extremos de morfologia miceliana podem ser associados com a virulência do fungo e com o tempo de subcultivo in vitro. Assim, a análise de RAPD, utilizada em conjunto com aspectos de virulência, morfológicos e imunológicos pode ser considerada adequada para detectar diferenças entre isolados de P. brasiliensis.
Palavra-chave Antibodies
Colony morphology
Paracoccidioides brasiliensis
RAPD
Virulence
Idioma Inglês
Financiador Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Data de publicação 2005-10-01
Publicado em Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical, v. 47, n. 5, p. 257-262, 2005.
ISSN 0036-4665 (Sherpa/Romeo)
Publicador Instituto de Medicina Tropical
Extensão 257-262
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0036-46652005000500004
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0036-46652005000500004 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/2715

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Nome: S0036-46652005000500004.pdf
Tamanho: 249.5KB
Formato: PDF
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