Estudo comparativo da analgesia entre bupivacaína e morfina intra-articular em osteoartrite de joelho

Estudo comparativo da analgesia entre bupivacaína e morfina intra-articular em osteoartrite de joelho

Título alternativo Intra-articular bupivacaine and morphine for knee osteoarthritis analgesia. Comparative study
Estudio comparativo de la analgesia entre bupivacaína y morfina intra-articular en osteoartritis de la rodilla
Autor Gazi, Miriam C B Autor UNIFESP Google Scholar
Issy, Adriana Machado Autor UNIFESP Google Scholar
Sakata, Rioko Kimiko Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo BACKGROUND AND OBJECTIVES: Osteoarthritis is the most common joint disease among elderly people. This study aimed at comparing the analgesic effects of intra-articular bupivacaine and morphine in knee osteoarthritis patients. METHODS: Thirty-nine patients were included in this randomized double-blind study and divided in two groups: G1 (n = 18) patients were given intra-articular 1 mg (1 mL) morphine diluted in 9 mL of 0.9% saline, while G2 (n = 21) received intra-articular 25 mg (10 mL) of 0.25% plain bupivacaine. Pain intensity was evaluated by numerical and verbal scale at 0, 30, 60 minutes and 7 days at rest and in movement. Evaluated parameters were analgesic supplementation requirement with paracetamol (500 mg), total analgesic dose throughout the study, analgesia duration and quality (according to patient). RESULTS: From 39 patients, 31 have completed the study. There has been no significant difference in pain intensity at rest and in movement between groups in all studied moments. There has been no difference between groups in time between solution administration and need for analgesic supplementation. Mean paracetamol dose in the first day was 796 mg for G1 and 950 mg for G2; supplementation during the week was 3578 mg for G1 and 5333 mg for G2. CONCLUSIONS: The analgesic effect of intra-articular 1 mg morphine and 25 mg of 0.25% plain bupivacaine was similar.

JUSTIFICATIVA Y OBJETIVOS: La osteoartritis es la más frecuente entre las enfermedades articulares en personas de edad. El objetivo del estudio fue comparar el efecto analgésico de la bupivacaína y de la morfina por vía intra-articular en pacientes portadores de osteoartritis de rodilla. MÉTODO: Fueron evaluados 39 pacientes en estudio doblemente encubierto, divididos de forma aleatoria, en dos grupos: los del G1 (n = 18) recibieron 1 mg (1 mL) de morfina diluida en 9 mL de solución fisiológica a 0,9% y los del G2 (n = 21) 25 mg (10 mL) de bupivacaína a 0,25% sin vasoconstrictor, por vía intra-articular. La intensidad del dolor fue evaluada por la escala numérica y verbal en los tiempos 0, 30, 60 minutos y 7 días, en reposo y en movimiento. Fueron evaluados la necesidad de complementación analgésica con paracetamol (500 mg), la dosis total de analgésico utilizado, la duración de la analgesia y la calidad de la analgesia (por el paciente). RESULTADOS: De los 39 pacientes estudiados, 31 completaron el estudio. No hubo diferencia significativa de la intensidad del dolor en reposo y en movimiento entre los dos grupos en los tiempos estudiados. No hubo diferencia entre los dos grupos en el tiempo entre la administración de la solución y la necesidad de complementación analgésica. La dosis media del paracetamol utilizada en el primer día de la semana fue de 796 mg del G1 y de 950 mg en el G2; la complementación en la semana fue de 3578 mg G1 y 5333 mg en el G2. CONCLUSIONES: El efecto analgésico de 1 mg de morfina y de 25 mg de bupivacaína a 0,25% sin vasoconstrictor intra-articular fueron semejantes.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A osteoartrite é a mais freqüente entre as doenças articulares em pessoas idosas. O objetivo do estudo foi comparar o efeito analgésico da bupivacaína e da morfina por via intra-articular em pacientes portadores de osteoartrite de joelho. MÉTODO: Foram avaliados 39 pacientes em estudo duplamente encoberto, divididos de forma aleatória, em dois grupos: os do G1 (n = 18) receberam 1 mg (1 mL) de morfina diluída em 9 mL de solução fisiológica a 0,9% e os do G2 (n = 21), 25 mg (10 mL) de bupivacaína a 0,25% sem vasoconstritor, por via intra-articular. A intensidade da dor foi avaliada pela escala numérica e verbal nos momentos 0, 30, 60 minutos e 7 dias, em repouso e em movimento. Foram avaliados a necessidade de complementação analgésica com paracetamol (500 mg), a dose total de analgésico utilizado, a duração da analgesia e a qualidade da analgesia (pelo paciente). RESULTADOS: Dos 39 pacientes, 31 completaram o estudo. Não houve diferença significativa da intensidade da dor em repouso e em movimento entre os dois grupos nos momentos estudados. Não houve diferença entre os dois grupos no tempo entre a administração da solução e a necessidade de complementação analgésica. A dose média do paracetamol utilizada no primeiro dia da semana foi de 796 mg do G1 e de 950 mg no G2; a complementação na semana foi de 3578 mg no G1 e 5333 mg no G2. CONCLUSÕES: O efeito analgésico de 1 mg de morfina e de 25 mg de bupivacaína a 0,25% sem vasoconstritor intra-articular foram semelhantes.
Palavra-chave ANALGESIA
ANALGESICS
ANESTHETICS
PAIN
ANALGESIA
ANALGÉSICOS
ANESTÉSICOS
DOR
Idioma Português
Data de publicação 2005-10-01
Publicado em Revista Brasileira de Anestesiologia. Sociedade Brasileira de Anestesiologia, v. 55, n. 5, p. 491-499, 2005.
ISSN 0034-7094 (Sherpa/Romeo)
Publicador Sociedade Brasileira de Anestesiologia
Extensão 491-499
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0034-70942005000500003
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0034-70942005000500003 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/2707

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Nome: S0034-70942005000500003.pdf
Tamanho: 94.98KB
Formato: PDF
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