Prevalência de artefatos em exames de ressonância magnética do abdome utilizando a seqüência GRASE: comparável com as melhores seqüências rápidas?

Prevalência de artefatos em exames de ressonância magnética do abdome utilizando a seqüência GRASE: comparável com as melhores seqüências rápidas?

Título alternativo Prevalence of artifacts in abdominal magnetic resonance imaging using GRASE sequence: a comparison with TSE sequences
Autor Francisco, Viviane Vieira Autor UNIFESP Google Scholar
D'Ippolito, Giuseppe Autor UNIFESP Google Scholar
Silva, Gláucia Palácio de Andrade E Autor UNIFESP Google Scholar
Bezerra, Alexandre Sérgio de Araújo Autor UNIFESP Google Scholar
Szejnfeld, Jacob Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo OBJECTIVE: To determine the overall frequency of artifacts per type and grade using the GRASE sequence in abdominal magnetic resonance; to compare GRASE sequences with two previously selected TSE sequences as well as sequences with best signal-noise ratio and lower incidence of artifacts. MATERIALS AND METHODS: A prospective self-paired study was carried out in 86 patients submitted to upper abdominal magnetic resonance using a GRASE sequence obtained upon respiratory triggered and fat suppression and six TSE T2-weighted sequences. Among the six TSE sequences, those bearing the best signal-noise ratio and lower number of artifacts were previously selected, which consisted of those performed with fat suppression and respiratory triggering: one using a conventional body coil (sequence 1) and a second sequence using a synergy coil (sequence 2). Image analysis was carried out by two observers upon consensus regarding the presence, grade and type of artifact thereon. Subsequently, data were statistically analyzed using the Friedman test and chi-square. RESULTS: The absolute frequency of artifacts in all sequences was 65.02%. Most common artifacts in the three sequences analyzed were breathing (30%) and pulsation (33%) artifacts. Only in 3% of the cases artifacts interfered with the analysis of the images. The frequency of artifacts in the different sequences was: GRASE, 67.2%; TSE sequence 1, 62.2%; TSE sequence 2, 65.5%. There was no significant statistical difference between artifact frequency seen with GRASE and TSE sequences (p = 0.845; NS). CONCLUSION: GRASE and TSE T2-weighted, respiratory triggered, fat suppressed sequences often produce artifacts, notwithstanding the coil, although, with similar frequency and generally without interfering with the evaluation of the images.

OBJETIVO: Determinar a freqüência global de artefatos na seqüência gradient and spin echo (GRASE), por tipo e grau do artefato, em exames de ressonância magnética de abdome; realizar comparação entre as seqüências GRASE e duas seqüências TSE previamente selecionadas como aquelas com melhor relação sinal-ruído e menor incidência de artefatos. MATERIAIS E MÉTODOS: Foi realizado estudo prospectivo, autopareado, em 86 pacientes submetidos a ressonância magnética de abdome superior, sendo adquiridas a seqüência GRASE com sincronizador respiratório e supressão de gordura e seis seqüências TSE ponderadas em T2. Dentre as seis seqüências TSE, foram previamente selecionadas aquelas com melhor relação sinal-ruído e menor número de artefatos, que foram as realizadas com supressão de gordura e com sincronizador respiratório, sendo uma com bobina de corpo (seqüência 1) e outra com bobina de sinergia (seqüência 2). A análise das imagens foi realizada por dois observadores em consenso, quanto a presença, grau e tipo de artefato. Posteriormente os dados foram analisados estatisticamente, através do teste de Friedman e do qui-quadrado. RESULTADOS: A freqüência absoluta de artefatos nas seqüências utilizadas foi de 65,02%. Os artefatos mais encontrados nas três seqüências estudadas foram os de respiração (30%) e de pulsação (33%). Apenas 3% dos casos apresentaram algum tipo de artefato que dificultava a análise das imagens. As freqüências de artefatos nas diversas seqüências foram: GRASE, 67,2%; seqüência TSE 1, 62,2%; seqüência TSE 2, 65,5%. Não houve diferença estatisticamente significante na freqüência de artefatos encontrados nas seqüências GRASE e nas seqüências TSE (p = 0,845; NS). CONCLUSÃO: As seqüências GRASE e TSE ponderadas em T2 com sincronizador respiratório e com supressão de gordura, independentemente da bobina utilizada, apresentam freqüentemente artefatos, porém com incidência semelhante e geralmente sem interferência na avaliação das imagens.
Palavra-chave Artifact
Magnetic resonance
Abdomen
Artefato
Ressonância magnética
Abdome
Idioma Português
Data de publicação 2005-09-01
Publicado em Radiologia Brasileira. Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem, v. 38, n. 5, p. 323-328, 2005.
ISSN 0100-3984 (Sherpa/Romeo)
Publicador Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem
Extensão 323-328
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0100-39842005000500003
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0100-39842005000500003 (estatísticas na SciELO)
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/2664

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Nome: S0100-39842005000500003.pdf
Tamanho: 324.6KB
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