Fratura da extremidade distal do rádio: pinagem percutânea de palma vs fixador externo

Fratura da extremidade distal do rádio: pinagem percutânea de palma vs fixador externo

Título alternativo Fracture of the distal radius: percutaneous pinning method palm vs external fixator
Autor Belloti, Joao Carlos Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Faloppa, Flávio Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo OBJETIVOS: este estudo foi realizado para comparar dois métodos de tratamento cirúrgico das fraturas instáveis e redutíveis, extra ou intra-articulares, da extremidade distal do rádio: pinagem percutânea de De Palma (Grupo I) e fixação externa (Grupo II). MATERIAL E MÉTODOS: foram incluídos de forma randomizada e com sigilo de alocação (envelope opaco e selado) 100 pacientes, dos quais 96 foram considerados para a avaliação final dos resultados. Um paciente foi excluído por quebra de sigilo de alocação e outros três, por não completarem o protocolo de tratamento. Não houve diferença estatisticamente significante entre os grupos quanto à amostra populacional. A média de idade foi de 58 anos, a maioria dos pacientes eram brancos (75 por cento), do sexo feminino (72 por cento), destros (93,7 por cento) e sofreram fratura por queda da própria altura (83,3 por cento). Utilizamos a Classificação Universal e foram incluídas 51fraturas dos tipos IIb e 45 IVb, não havendo diferença entre os grupos. Avaliadores não diretamente ligados ao estudo verificaram a análise funcional (arco de movimento, força de preensão palmar e questionário DASH) e a análise radiográfica (ângulo volar e radial e altura radial) no sexto mês de pós- operatório. RESULTADOS: não encontramos diferença estatisticamente significante entre os grupos quanto ao arco de movimento e à força de preensão palmar. Quanto à avaliação pelo questionário DASH, no grupo I, tivemos 16 por cento de redução funcional e, no Grupo II, 24 por cento , diferença que foi estatisticamente significante favorável ao Grupo I (p= 0,021). O mesmo ocorreu em relação à variável dor, com índice de 2,6 no grupo I e 3,5 no grupo II (p= 0,032). Na avaliação radiográfica final com seis meses de pós-operatório, não encontramos diferença estatística entre os dois grupos, sendo que ambos se mostraram satisfatórios (grupo I - ângulo volar: 7,6o , ângulo radial: 20,7o e altura radial: 8,8mm; grupo II - ângulo volar: 4,9o , ângulo radial: 19,7o e altura radial: 8,3mm). Comparando-se a evolução da manutenção da redução das fraturas, verificamos que os ambos grupos tiveram perdas que não influenciaram nos resultados, embora, no grupo II, tenha havido maior perda da redução do ângulovolar. CONCLUSÃO: concluímos que ambos os métodos foram efetivos para o tratamento dessas fraturas, havendo diferença estatisticamente significante favorável ao método de De Palma quanto à análise funcional pelo questionário DASH e pela variável dor..
Palavra-chave Fixação de fratura/métodos
Idioma Português
Data de publicação 2005
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2005. 127 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 127 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/24556

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