Detecção de osteonecrose através da ressonância magnética em crianças e adolescentes com lúpus eritematoso sistêmico de dermatosite/polimiosite

Detecção de osteonecrose através da ressonância magnética em crianças e adolescentes com lúpus eritematoso sistêmico de dermatosite/polimiosite

Título alternativo Osteonecrosis in children and adolescents with systemic lupus rithomatosus and dermatomycositis/polymyositis by magnetic resonance
Autor Castro, Tania Caroline Monteiro de Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Hilário, Maria Odete Esteves Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivos: Os nossos objetivos foram: (1) estimar a freqüência de osteonecrose (ON) em pacientes com lupus eritematoso sistêmico (LES) juvenil através da ressonâancia magnética (RM), (2) correlacionar a ON com fatores de risco associados ao seu desenvolvimento e (3) avaliar prospectivamente estes pacientes após um ano do primeiro exame. Métodos: Foram avaliados prospectivamente por um período de dois anos, 40 pacientes com LES juvenil com idades entre 8-18 anos todos com uso de corticosteróide (CS) por no mínimo trêes meses. Foram avaliados fatores de risco como atividade da doença, uso de CS, fenômeno de Raynaud, perfil lipídico e anticorpo anticardiolipina (ACL). Todos os pacientes realizaram RM de quadris, joelhos e tornozelos. Pacientes com ON realizaram radiografias da área acometida. Resultados: Foram observados 33 pacientes do sexo feminino com idade média de 15,1 anos (variação de 8,6-18,9). Sete (17,5%) apresentaram ON. Não houve diferença estatisticamente significante em relação a atividade da doença, duração do tratamento, uso de CS, fenômeno de Raynaud, perfil lipídico e presença de ACL entre os grupos (com ou sem ON). Após um ano, as lesões desapareceram em um paciente, permaneceram estáveis em quatro pacientes e reduziram em dois. Outros sete (17,5%) pacientes apresentaram edema medular ósseo sem lesões de ON. Conclusões: Foi observada uma alta prevalência de ON em pacientes com LES juvenil. Não houve correlação significante entre ON e os fatores de risco estudados. Nenhum paciente com ON assintomática apresentou manifestações clínicas e nenhuma lesão de edema medular ósseo progrediu para ON durante 0 período estudado.
Palavra-chave Osteonecrose
Imagem por Ressonância Magnética
Lúpus Eritematoso Sistêmico
Dermatomiosite
Criança
Adolescente
Idioma Português
Data de publicação 2008
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2008. 82 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 82 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/24222

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