Má absorção e intolerância a sobrecarga de lactose, ingestão de cálcio e densidade mineral óssea em crianças e adolescentes

Má absorção e intolerância a sobrecarga de lactose, ingestão de cálcio e densidade mineral óssea em crianças e adolescentes

Título alternativo Malabsorption and intolerance to lactose overload, calcium intake and mineral bone density in children and adolescents
Autor Medeiros, Lilian Cristiane da Silva Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Morais, Mauro Batista de Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivo: Avaliar o consumo de cálcio e a densidade mineral óssea de crianças e adolescentes de acordo com a capacidade de absorção e a tolerância a sobrecarga de lactose. Métodos: Estudo transversal com amostra de conveniência composta por 76 crianças e adolescentes com idade entre 5 e 12 anos. 0 método adotado para diagnostico de ma absorção de lactose foi o teste do hidrogênio no ar expirado com dose de lactose de 2 gramas de lactose por quilograma de peso, até o máximo de 50 gramas, em solução aquosa. Incremento de hidrogênio em relação ao jejum ≥ 20 partes por milhão caracterizou má absorção de lactose. Intolerância à sobrecarga de lactose foi definida como presença de sintomas gastrintestinais após a sua ingestão. Foram aplicados dois recordatórios de 24 horas para obtenção dos dados sobre consumo alimentar. 0 conteúdo mineral ósseo (gramas) e a densidade mineral óssea (gramas/centimetr02) foram avaliados em coluna lombar (vértebras L2-L4) e fêmur proximal (total) por densitometria de dupla emissão com fonte de raios-X (DEXA). Resultados: A prevalência de má absorção foi de 61,8% e de intolerância a sobrecarga de lactose 38,1%. Houve associação entre a presença de má absorção e a intolerância a sobrecarga de lactose (p=0,001). Os participantes foram divididos em três grupos: má absorção e intolerância à sobrecarga de lactose (n=25), má absorção e tolerância à sobrecarga de lactose (n=22) e boa absorção e tolerância a sobrecarga de lactose (n=25). Não houve diferença estatisticamente significante (p>0,05) entre os respectivos grupos quanto a ingestão mediana de cálcio total (574, 580 e 527 miligramas), cálcio do leite (261,252 e 150 miligramas), leite (225,212 e 125 mililitros) e densidade de cálcio da dieta (375, 336 e 325 miligramas de cálcio/1000 calorias). Os grupos foram similares com relação ao escore Z de estatura/idade (0,06±0,82; 0,49 to,86 e 0,20 ±0,89) peso/idade (0,01 ±1,06; 0,36 ±1 ,24 e 0,28 ±1,09), índice de massa corporal (16,60 ±2,66; 17,54 ±3,80 e 17,46 ±3,55) e escore Z de índice de massa corporal (-0,09 ±1,24; 0,09 ±1,49 e 0,19 ±1, 17). Os respectivos grupos também não diferiram quanto ao conteúdo mineral ósseo e a densidade mineral óssea da coluna e fêmur. Conclusão: A má absorção e a intolerância a sobrecarga de lactose não afetaram a ingestão de cálcio e a densidade mineral óssea de crianças e adolescentes..
Palavra-chave Ingestão de alimentos
Cálcio
Intolerância à lactose
Osso e ossos
Leite
Densitometria
Idioma Português
Data de publicação 2008
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2008. 111 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 111 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/24079

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