Classificação da aptidão cardiorrespiratória de sedentários, condicionados e corredores em função do sexo e idade

Classificação da aptidão cardiorrespiratória de sedentários, condicionados e corredores em função do sexo e idade

Título alternativo Classification of sedentary, conditioned and runners cardiopulmonary capacity, according to gender and age
Autor Camarda, Sergio Ricardo de Abreu Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Barros Neto, Turibio Leite de Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo OBJETIVO - Obter um padrão de referência para classificar a aptidão cardiorrespiratória pelos valores do consumo máximo de oxigênio e limiar anaeróbio obtidos no teste ergoespirométrico de brasileiros em função das variáveis: sexo, idade e nível de condicionamento físico. CASUÍSTICA - 6063 indivíduos, com idade entre 10 e 69 anos, 4149 do sexo masculino (1091 sedentários, 1931 condicionados e 1127 corredores) e 1914 do sexo feminino (956 sedentárias, 624 condicionadas e 334 corredoras). MÉTODO – Utilizouse o banco de dados de testes ergoespirométricos no período de 1994 a 2006 do CEMAFE, na faixa etária de 10 a 19, 20 a 29, 30 a 39, 40 a 49, 50 a 59 e 60 a 69 anos, nível de aptidão física sedentário, condicionados e corredores. Foram excluídos indivíduos com IMC ≥ 40 kg/m2. Analisou-se o consumo máximo de oxigênio, primeiro limiar anaeróbio e freqüência cardíaca máxima em teste máximo na esteira. Foram estabelecidos os percentis 20, 40, 60 e 80 sobre os resultados do consumo máximo de oxigênio e limiar anaeróbio para determinar os cinco níveis de aptidão. RESULTADOS - O consumo máximo de oxigênio apresenta uma taxa média de decréscimo, para o sexo feminino, de 11,6%, 9,7% e 4,9% por década para o grupo sedentário, condicionado e corredor, respectivamente. Para o sexo masculino, a taxa média de decréscimo foi de 10,3%, 7,0% e 5,7% por década para o grupo sedentário, condicionado e corredor, respectivamente. O limiar anaeróbio apresenta taxa média de decréscimo, para o sexo feminino, de 12,1%, 11,8% e 4,3% por década para o grupo sedentário, condicionado e corredor, respectivamente. Para o sexo masculino, a taxa média de decréscimo foi de 10,1%, 6,7% e 4,5% por década para o grupo sedentário, condicionado e corredor, respectivamente. Não foi encontrada diferença significante nos valores do VO2 máx e limiar anaeróbio para o grupo corredor do sexo masculino e feminino, na faixa etária de 50 a 59 com 60 a 69 anos de idade. CONCLUSÃO - As variáveis, sexo, idade cronológica e nível de condicionamento físico, influenciam e provocam diferentes impactos nos índices de aptidão cardiorrespiratória de brasileiros. Os dados do presente estudo permitem obter um padrão de referência para classificar a aptidão cardiorrespiratória de brasileiros, pelos valores do consumo máximo de oxigênio e limiar anaeróbio em função das variáveis, sexo, idade e nível de condicionamento físico..
Palavra-chave Aptidão física
Corrida
Espirometria
Limiar anaeróbio
Idioma Português
Data de publicação 2007
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2007. 184 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 184 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/23669

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