Sling de aponeurose e com faixa sintética sem tensão para o tratamento cirúrgico da incontinência urinária de esforço feminina

Sling de aponeurose e com faixa sintética sem tensão para o tratamento cirúrgico da incontinência urinária de esforço feminina

Título alternativo Pubovaginal sling and tension-free vaginal tape for stress urinary incontinence surgical treatment in women
Autor Sartori, João Paulo Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Girão, Manoel João Batista Castello Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivos: comparar as cirurgias de sling de aponeurose e TVT (tension-free vaginal tape) para correcao da incontinencia urinaria de esforco quanto a taxas de cura subjetiva e objetiva, mobilidade do colo vesical ao ultra-som, variacao do teste do absorvente, alteracoes urodinamicas e incidencia de complicacoes. Pacientes e Metodos: Foram selecionadas 80 pacientes com incontinencia urinaria de esforco atendidas no Setor de Uroginecologia e Cirurgia Vaginal da Disciplina de Ginecologia Geral do Departamento de Ginecologia da UNIFESP ¬EPM. Destas, 61 foram operadas pela tecnica de TVT e 19 por sling de aponeurose do reto abdominal. As medias de idade, indice de massa corp6rea e paridade foram 50,1 anos, 29,7kg/m2 e 4,5 partos para as pacientes com sling de aponeurose e de 51,7 anos, 28,1 kg/m2 e 4,1 partos para aquelas com TVT. Todas se submeteram a anamnese, exame fisico, ultra-sonografia do colo vesical, teste do absorvente e estudo urodinamico no pre-operatorio e apos pelo menos 6 meses da cirurgia. Apos 15 ou 19 meses e depois cerca de 4 a 5 anos, foram novamente entrevistadas quanta aos resultados da cirurgia. Para analise estatistica, foi usado o nivel de significancia igual a 5 por cento (0= 0,05) Resultados: Quanto a avaliacao subjetiva, apos seis meses, julgaram-se curadas 96,7 por cento das mulheres com TVT e 89,5 por cento das com sling. Porem, apos 15 a 19 meses, o grupo de TVT manteve a mesma taxa de cura subjetiva, enquanto que no grupo de sling houve reducao para 77,8 por cento. Houve diminuicao significativa da mobilidade do colo vesical, similar em ambos os grupos e melhora no teste do absorvente. No final do estudo urodinamico, foram classificadas como cura objetiva 93,4 por cento das mulheres do grupo de TVT e 78,9 por cento daquelas do grupo sling. 0 tempo medio de sondagem vesical foi maior no grupo com sling. Observou-se retencao urinaria em 42,1 por cento dos casos de sling e em 9,8 por cento de TVT. Depois de 46 ou 52 meses, em media, para o TVT, 90 por cento mantinham-se curadas com TVT e 55,6 por cento com sling. Conclusoes: a cirurgia de TVT propiciou melhor taxa de cura subjetiva apos 15 ou 19 meses, porem a taxa de cura objetiva foi igual em ambas as tecnicas neste tempo. Entre as complicacoes detectadas, a retencao urinaria no pos-operatorio foi superior no grupo com sling
Palavra-chave Incontinência urinária por estresse/cirurgia
Slings suburetrais
Idioma Português
Data de publicação 2006
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2006. 72 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 72 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/23628

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