Deteccao do genoma viral em tecido neoplasico e analise da translocacao cromossomial em pacientes com linfoma de Burkitt associado ao virus de Epstein-Barr em diferentes regioes do Brasil

Deteccao do genoma viral em tecido neoplasico e analise da translocacao cromossomial em pacientes com linfoma de Burkitt associado ao virus de Epstein-Barr em diferentes regioes do Brasil

Título alternativo Viral genome detection of Epstein Barr virus and chromosome translocation in tumor tissue of patients with Burktt lymphoma in differents regions of Brazil: a clinical and proognostic correlation
Autor Figueira, Cecilia Maria Guimaraes Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Introdução. 0 linfoma de Burkitt e o LNH mais frequente na infancia. Autores tem sugerido a existencia no Brasil de uma forma intermediaria de apresentacao da doenca com caracteristicas intermediarias entre as formas endemica e esporadica. Objetivos. Conhecer aspectos epidemiol6gicos e c1lnicos do linfoma de Burkitt no Brasil, com determinacao da frequencia de associacao do EBV e alteracoes cromossomiais no tumor, alem da possivel correlacao dessa associacao com a evolucao clinica da doenca. Materiais e metodos. Estudo de coorte retrospectiva em servicos de Oncologia das cinco macro-regioes do Brasil entre 01/01/2002 e 31/12/2003. Idade inferior a dezenove anos, confirmacao do diagnostico de Burkitt por imunohistoquimica e/ou revisao de lamina e ausencia de qualquer doenca ou condicao imunossupressora a epoca do diagnostico foram criterios de inclusao. Dados clinicos foram colhidos de prontuario. Tecnicas de HIS-FISH e HIS foram utilizadas, respectivamente, para pesquisa de translocacao cromossomial e presenca do EBV no tumor. Na analise dos dados foi utilizado 0 pacote estatistico SPSS 14.0. Resultados. 0 total de casos foi 58, com media de 6,2 anos de idade e predominio do sexo masculino (1,9:1). A maioria dos tumores era abdominal (62 por cento) e de estadiamento avancado (65,5 por cento estadio III e 20 por cento estadio IV). Pesquisa do EBV foi positiva em 62 por cento e da t(8:14) em 73,6 por cento dos casos avaliados. A frequencia de obito foi de 27,6 por cento, sendo fator de prognostico ruim o acometimento inicial de SNC e/ou MO (p=0,001), DHL acima de 1000 (p=0,008), estadio IV (p=0,001), localizacao nao abdominal do tumor (p=0,001) e menor percentual de reducao tumoral apos primeiro ciclo de quimioterapia. Ajustados por regressao logistica, o estadiamento IV e o menor percentual de reducao tumoral foram os fatores de pior progn6stico. Os pacientes HIS positivos para EBV no tecido tumoral tiveram melhor progn6stico (p=0,048). Conclusao. As caracteristicas epidemiologicas, c1inicas e frequencia de associacao ao EBV do LB no Brasil Sao intermediarias entre as formas endemica e esporadica da doenca, sendo melhor o prognostico para os pacientes EBV positivos no tecido tumoral
Palavra-chave Linfoma de Burkitt
Infecções por Vírus Epstein-Barr
Brasil
Prognóstico
Idioma Português
Data de publicação 2006
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2006. 156 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 156 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/23611

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