Avaliação da fossa olfatória e da artéria etmoidal anterior pela tomografia computadorizada no plano coronal

Avaliação da fossa olfatória e da artéria etmoidal anterior pela tomografia computadorizada no plano coronal

Título alternativo Olfatory fossa and anterior ethmoidal artery evaluation by coronal computed tomography
Autor Souza, Soraia Ale Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Ajzen, Sergio Aron Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivos: avaliar a profundidade das fossas olfatorias, segundo a classificacao de Keros; determinar a frequencia de assimetria na altura e na inclinacao lateral da lamela lateral da lamina crivosa entre os lados do mesmo individuo; identificar os reparos anatomicos que caracterizam o trajeto da arteria etmoidal anterior (AEA) na parede medial da orbita e na parede lateral da fossa olfatoria; verificar a correlacao entre a presenca de pneumatizacao supra-orbitaria e o trajeto do canal da AEA (canal etmoidal anterior). Metodos: analise retrospectiva de 200 tomografias computadorizadas dos seios da face no plano coronal, realizadas de agosto a dezembro de 2006. Foram feitas medidas da profundidade da fossa olfatoria e determinadas as alteracoes de simetria do teto dos seios etmoidais quanto a altura e a inclinacao lateral das lamelas laterais da lamina crivosa. Verificou-se a frequencia de identificacao dos reparos anatomicos para a localizacao da AEA, na parede medial da orbita (forame etmoidal anterior) e do sulco etmoidal anterior na parede lateral da fossa olfatoria. Foi correlacionada a presenca de pneumatizacao supra-orbitaria com o trajeto do canal da AEA. Resultados: o tipo de Keros mais encontrado foi o tipo 11 (73 por cento), seguido do tipo I (26,3 por cento) e do tipo 111 (0,5 por cento). Em 12 por cento (24 exames) havia assimetria entre os lados quanto a altura do teto do seio etmoidal e em 48,5 por cento (97 exames) observou-se assimetria do contorno do teto, com inclinacao lateral da lamela lateral da lamina crivosa de um dos lados. Pneumatizacao supra-orbitaria foi identificada em 35 por cento (70 exames). O canal da AEA foi caracterizado em 40,5 por cento (81 exames). O sulco etmoidal anterior foi visualizado em 98 por cento (196 dos exames) e o forame etmoidal anterior foi identificado em todos os exames (100 por cento). Houve diferenca estatisticamente significante entre a presenca de pneumatizacao supra-orbitaria e a visualizacao do canal da AEA (p<0,001). Conclusao: Em relacao a profundidade da fossa olfatoria, o tipo 11 de Keros foi o mais frequente. Verificou-se assimetria do teto do seio etmoidal, na maioria dos casos relacionada com a inclinacao lateral da lamela lateral da lamina crivosa. Para estudo do trajeto da AEA, a identificacao do forame etmoidal anterior e o sulco etmoidal anterior foram referencias anatomicas confiaveis, presentes em quase 100 por cento dos exames avaliados. Notou-se que a posicao da AEA foi variavel e que na presenca de pneumatizacao supra-orbitaria, o canal da arteria foi observado abaixo da base do cranio em todos os exames, estando mais vulneravel a lesoes
Palavra-chave Artérias
Cavidade Nasal
Tomografia Computadorizada por Raios X
Arteries
Nasal Cavity
Tomography, X-Ray Computed
Idioma Português
Data de publicação 2007
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2007. 46 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 46 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/23466

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