Efeito inibitorio da fastuosaina, uma cisteino-proteinase do fruto de bromelia fastuosa, na progressao tumoral in vivo e in vitro do melanoma murino

Efeito inibitorio da fastuosaina, uma cisteino-proteinase do fruto de bromelia fastuosa, na progressao tumoral in vivo e in vitro do melanoma murino

Título alternativo In the present work we focused our attention on fastuosain, a plant cysteine proteinase
Autor Ferreira, Carla Adriana Guimaraes Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Enzimas proteoliticas vem sendo utilizadas em diversas terapias nos dias atuais, porem o seu mecanismo de acao ainda nao foi bem estabelecido devido a variedade de alvos moleculares e sistemas celulares envolvidos. Fastuosaina, Bromelaina e Papaina, cisteino-proteinases vegetais obtidas a partir de frutos imaturos de Bromelia fastuosa, Ananas comosus e Carica papaya, respectivamente, foram previamente utilizadas buscando esclarecer o efeito antitumoral observado por nos (Ferreira, 2002) sobre o meia no ma murino B16Fl0. No presente trabalho foi estudada a fastuosaina em comparacao a outras cisteino-proteinases. Foram analisadas as sequencias de aminoacidos das enzimas vegetais comparadas a proteinases presentes no melanoma murino B16Fl0-Nex2, uma sublinhagem da UNONEX. Buscou-se correlacionar essas enzimas da mesma familia, uma vez que proteinases estao intimamente envolvidas no processo de progressao tumoral em humanos e animais. Foi observada similaridade parcial entre as diferentes sequencias enzimaticas comparadas a fastuosaina, sendo que a cisteino-¬proteinase vegetal bromelaina apresentou maior homologia. Experimentos realizados in vivo, no modelo endovenoso, em camundongos da linhagem C57BI/6 tratados com fastuosaina e bromelaina, mostraram uma reducao significativa das metastases pulmonares experimentais, em comparacao aos animais do grupo controle. O tratamento de celulas do melanoma murino B16Fl0-Nex2 com fastuosaina ou bromelaina promove uma diminuicao na expressao da molecula de superficie CD44. O mesmo nao ocorreu com MHC classe I ou ICAM-I. Apos o tratamento enzimatico in vitro das celulas, elas perderam suas extensoes citoplasmaticas e aderencia ao substrato, assumindo a forma arredondada, e destacando-se com a formacao de aglomerados fortemente unidos em suspensao. Essas celulas permaneceram viaveis e recuperaram a morfologia inicial apos remocao da enzima. Em um modelo de invasao de celulas da linhagem B16Fl0-Nex 2 in vitra, atraves de Matrigel, foi verificado que tanto um tratamento com as diferentes enzimas proteoliticas em estudo como a incubacao com anticorpos comerciais especificos anti-CD44 inibiram o processo de invasao...(au)
Palavra-chave Melanoma Experimental
Peptídeo Hidrolases
Idioma Português
Data de publicação 2007
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2007. 169 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 169 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/23367

Exibir registro completo




Arquivo

Arquivo Tamanho Formato Visualização

Não existem arquivos associados a este item.

Este item está nas seguintes coleções

Buscar


Navegar

Minha conta