Alterações estruturais do polo temporal na esclerose hipocampal

Alterações estruturais do polo temporal na esclerose hipocampal

Título alternativo Temoral pole structural abnormalities im hipocampal sclerosis: a flair and volumetric MRI-based study
Autor Carrete Junior, Henrique Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Abdala, Nitamar Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivo: Examinar as alteracoes de sinal e de volume do polo temporal (PT) em pacientes com epilepsia do lobo temporal (EL T) por esclerose hipocampal (EH) utilizando sequencias coronal fIuid-attenuated inversion-recovery (FLAIR) e volumetrica de RM, e investigar as relacoes entre estas alteracoes e parametros clinicos. Metodos: Estudamos por RM 120 pacientes com EL T e EH uni ou bilateral bem como 30 individuos saudaveis controles pareados por sexo e idade. As imagens coronais FLAIR dos PT foram avaliadas independentemente, focando a perda de demarcacao entre substancia branca e cinzenta, classificando as anormalidades de sinal do polo temporal (ASPT) de acordo com a regiao de acometimento em antero-medial e/ ou lateral. Tambem avaliamos quantitativa mente o volume do PT dos pacientes e controles. Resultados: Sessenta e um (51 por cento) dos 120 pacientes tiveram EH esquerda, 46 (38 por cento) tiveram EH direita e 13(11 por cento) tiveram EH bilateral. A ASPT nao ocorreu no grupo controle. Noventa (75 por cento) dos 120 pacientes apresentaram ASPT. A ASPT foi sempre ipsilateral a EH unilateral e geralmente (70 por cento) ipsilateral ao hipocampo mais afetado nos casos de EH bilateral. Houve diferenca significante em relacao ao lado da EH e a presenca de ASPT, com uma maior frequencia do lado esquerdo. A regiao antero¬medial do PT esteve acometida em 27 (30 por cento) dos 90 pacientes com ASPT. Em 63 (70 por cento) pacientes a regiao lateral tambem esteve acometida. A presenca de ASPT esteve significativamente associada com menor idade no inicio da epilepsia, mas nao com historia de crise febril (CF) ou de outro evento precipitante inicial (EPI) na infancia, duracao da epilepsia e frequencia das crises. Nos pacientes com ASPT houve uma tendencia para idade menor no EPI quando comparado com pacientes sem ASPT. A avaliacao quantitativa dos PT demonstrou atrofia significante em 42 (35 por cento) dos 120 pacientes com EH. O volume do PT esteve reduzido principalmente do lado ipsilateral a EH, mas tambem contralateral em alguns casos. Nos pacientes com EH direita o volume medio do PT ipsilateral foi 15 por cento menor que o volume medio do PT correspondente no controle, enquanto em pacientes com EH esquerda, o volume medio do PT ipsilateral foi 13 por cento menor que o volume medio do PT correspondente no controle. Pacientes com e sem historia de CF nao diferiram no volume do PT. Tambem nao houve correlacao entre volume do PT e frequencia das crises. O volume do TP esteve negativamente correlacionado com a duracao da epilepsia, ipsilateral e contralateral a EH. O indice de assimetria de volume do PT nao esteve associado com...(au)
Palavra-chave Espectroscopia de Ressonância Magnética
Epilepsia do Lobo Temporal
Esclerose
Hipocampo
Idioma Português
Data de publicação 2007
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2007. 95 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 95 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/23359

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