Estresse oxidativo, comportamento e modificacoes epigenetica em modelo animal de hiper-homocisteinemia

Estresse oxidativo, comportamento e modificacoes epigenetica em modelo animal de hiper-homocisteinemia

Título alternativo Oxidative stress, behavior and epigenetics modifications in animal model of hyperhomocysteinemia
Autor Rezende, Marina Mastelaro de Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivo: Analisar como o aumento plasmatico de homocisteina por diferentes fontes e duracoes influencia as funcoes cognitivas, considerando as alteracoes bioquimicas e epigeneticas decorrentes desse acumulo em camundongos. Metodologia: Um total de 125 camundongos da linhagem C57Black foi separado em quatro grupos experimentais e seus tratamentos foram mantidos por tres diferentes duracoes, totalizando 12 grupos. Os tratamentos consistiram na adicao de L-metionina nas concentracoes de 0,5 e 1% (grupos M05 e M1) e DL-homocisteina a 0,09% (grupo H) na agua de beber dos animais. Esse procedimento foi mantido por 2, 4 e 6 meses, a fim de se analisar nao apenas as respostas aos tratamentos, mas tambem a influencia de sua duracao. Em todos os periodos houve tambem o acompanhamento de animais que nao tiveram a agua de beber suplementada, como controles (grupo CT). Separados por 1 semana a cada teste, antes do termino do final dos tratamentos, os animais foram submetidos aos testes comportamentais: Caixa de atividade, Reconhecimento de objetos novos, Labirinto aquatico de Morris e Campo aberto, a fim de se averiguar possiveis alteracoes cognitivas devidas aos tratamentos. Apos os tratamentos e avaliacoes comportamentais, os animais foram eutanasiados por decapitacao e tiveram sangue, cerebro, gordura, coracao, figado e femur coletados para os testes relacionados ao balanco redox, epigenetica e estado geral dos animais. Os dados sao apresentados como media ± desvio padrao. Resultados e conclusoes: Os tratamentos foram capazes de aumentar os niveis plasmaticos de homocisteina em relacao aos animais CT, porem o perfil de respostas variou conforme tratamento e duracao. As quantidades de cisteina plasmatica tambem tiveram um padrao dependente de tratamento e duracao. Com estes dados, pode-se concluir que as respostas metabolicas decorrentes da inducao de hiper- homocisteinemia sao abrangentes e especificas para cada situacao. Considerando os marcadores de estresse oxidativo eritrocitarios (catalase e superoxido dismutase),aparentemente os tratamentos com metionina tem consequencias mais importantes apos 2 meses de suplementacao, enquanto com homocisteina, 6 meses. Levando em consideracao as quantidades de glutationa plasmatica e eritrocitaria, nao parece ter havido influencia devida ao tratamento, o que pode ser devido ao diferenciado metabolismo de tiois em roedores. Nao houve tambem alteracao dos parametros biometricos nos grupos experimentais, o que pode ser devido a magnitude dos aumentos alcancados. Poucas foram as alteracoes observadas nos testes comportamentais, e elas foram mais devidas a alteracoes decorrentes do envelhecimento dos animais do que devidas aos diferentes periodos de tratamento. As alteracoes bioquimicas centrais foram tambem mais relacionadas ao envelhecimento do que ao tratamento. Pode-se concluir que a inducao de hiper-homocisteinemia por diferentes formas de tratamento resulta em modificacoes bioquimicas e comportamentais especificas ao tipo e duracao de cada tratamento
Palavra-chave Animais
Homocisteína
Repressão Epigenética
Hiper-Homocisteinemia
Estresse Oxidativo
Camundongos Endogâmicos C57BL
Animais
Idioma Português
Data de publicação 2014
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2014. 159 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 159 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/23206

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