Processamento temporal, escuta dicotica e cognicao em idosos com doenca de Alzheimer

Processamento temporal, escuta dicotica e cognicao em idosos com doenca de Alzheimer

Título alternativo Temporal processing, dichotic hearing and cognition on elderly with Alzheimer`s Disease
Autor Viacelli, Sandra Nunes Alves Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivo: Verificar a escuta dicotica e o processamento temporal e correlacionar com os aspectos cognitivos em idosos sem e com doenca de Alzheimer na fase inicial. Metodos: participaram 63 idosos, 68,3% genero feminino, com idades variando entre 60 e 84 anos, tendo no minimo quatro anos de escolaridade e limiares de audibilidade abaixo de 60 decibeis nivel de audicao. 21 idosos compuseram o grupo com doenca de Alzheimer em estadiamento leve e 42 idosos sem a doenca formaram o grupo controle. Foram obtidos limiares de audibilidade, desempenho no Teste Dicotico de Digitos e Teste Padrao de Frequencia. Quanto ao aspecto cognitivo, este foi analisado por meio da Escala de Avaliacao da Doenca de Alzheimer e da presenca de depressao, por meio da Escala de Depressao Geriatrica. Resultados: a maioria dos idosos mostrou limiares de audibilidade classificados como normal ou perda leve do tipo neurossensorial. Os grupos apresentaram o mesmo perfil quanto ao genero, idade, escolaridade, limiares de audibilidade. O grupo com doenca de Alzheimer apresentou maior numero de individuos com alteracao cognitiva (38,1% de idosos) e maioria de idosos com depressao (80,9%). O reconhecimento de fala em escuta dicotica foi semelhante, da orelha direita em relacao a esquerda. A resposta de imitacao facilitou o desempenho em ordenacao temporal. No grupo com doenca de Alzheimer, os idosos com alteracao cognitiva mostraram reconhecimento de fala pior, a orelha direita na escuta dicotica, do que os idosos sem esta alteracao, com significancia estatistica. Ainda neste grupo, a ordenacao temporal foi pior no grupo com suspeita de depressao em relacao aos idosos do mesmo grupo com doenca de Alzheimer sem depressao. Conclusao: verificou-se uma comorbidade entre doenca auditiva central e envelhecimento, com ou sem doenca de Alzheimer. Tanto agravos cognitivos como a depressao podem piorar habilidades auditivas em escuta dicotica e em ordenacao temporal. Os testes auditivos para avaliar a escuta dicotica com sons familiares e a ordenacao temporal de sons breves e sucessivos de diferentes frequencias podem ser utilizados para avaliar a presenca de doenca auditiva central em idosos com ou sem alteracao cognitiva e na fase inicial da Doenca de Alzheimer
Palavra-chave Humanos
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Cognição
Doença de Alzheimer
Percepção Auditiva
Doenças Auditivas Centrais
Humanos
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Idioma Português
Data de publicação 2014
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2014. 90 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 90 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/23144

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