Reatividade cerebrovascular ao dióxido de carbono em mulheres com hipertensão arterial pulmonar e controles saudáveis: implicações nos distúrbios respiratórios do sono e na resposta ventilatória

Reatividade cerebrovascular ao dióxido de carbono em mulheres com hipertensão arterial pulmonar e controles saudáveis: implicações nos distúrbios respiratórios do sono e na resposta ventilatória

Título alternativo Cerebrovascular Response to Carbon Dioxide in women with Pulmonary Arterial Hypertension and Healthy Controls: implications for Sleep Disordered Breathing and Ventilatory Response
Autor Treptow, Erika Cristine Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Neder, José Alberto Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Pós-graduação Medicina translacional – São Paulo
Resumo Fundamentacao: O dioxido de carbono (CO2) tem relevancia crucial no controle ventilatorio ja que alteracoes nas suas pressoes parciais influenciam o grau de estimulacao dos quimiorreceptores - particularmente os centrais - e o tonus vascular cerebral. A hipertensao arterial pulmonar (HAP) caracteriza-se por hiperventilacao alveolar e consequente hipocapnia, tanto no repouso quanto no exercicio. A hipocapnia cronica tem o potencial de instabilizar o controle ventilatorio via embotamento da reatividade cerebrovascular ao CO2 (RCVCO2). Neste contexto, o comprometimento da capacidade vasodilatadora permitiria excessiva estimulacao ventilatoria na hipercapnia e a vasoconstricao deficiente levaria a insuficiente estimulacao ventilatoria na hipocapnia. Tais anormalidades tendem a ser particularmente importantes quando as influencias humorais tem papel preponderante no controle ventilatorio, e.g., no sono e no exercicio. Portanto, torna-se licito supor que, se presente, o comprometimento da RCVCO2 seria particularmente deleterio na HAP induzindo a disturbios respiratorios do sono (DRS) e excessiva resposta ventilatoria ao CO2. Objetivos: Investigar a RCVCO2 e suas possiveis interrelacoes com os DRS e a resposta ventilatoria no repouso e no exercicio em pacientes com HAP e individuos saudaveis de mesma idade e sexo. Hipotese: A menor RCVCO2, nas pacientes com HAP, estaria associada com maior frequencia de DRS e resposta ventilatoria excessiva tanto no repouso quanto no exercicio comparativamente as controles. Metodos: A RCVCO2 foi medida em 25 pacientes do sexo feminino com HAP e 10 controles pareadas por idade. Um indice de fluxo sanguineo cerebral (IFS, Mol.l-1.s-1) foi obtido pela taxa de incremento do corante indocianina verde mensurada pela espectroscopia por raios quasi-infravermelhos (NIRO 200, Hamamatsu Inc, Japan) sobre o cortex pre-frontal. A razao entre variacoes no IFS e na PCO2 trancutanea (PCO2tc, mmHg) estimou a RCVCO2 durante dois testes em hipercapnia (CO2 3% e 5%) e dois em hipocapnia (leve e moderada). A investigacao de DRS foi realizada pela polissonografia de noite inteira e a resposta ventilatoria avaliada durante o repouso e no exercicio cardiorrespiratorio incremental em cicloergometro
Palavra-chave Dióxido de Carbono
Hipertensão Pulmonar/fisiopatologia
Transtornos do Sono
Hipocapnia
Ventilação Pulmonar/fisiologia
Idioma Português
Data de publicação 2014
Publicado em São Paulo / Brasilia: [s.n.], 2014. 122 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 122 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/23113

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