O fenômeno de "esquenta" entre jovens: características e fatores associados ao beber pré-balada

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dc.contributor.advisor Sanchez, Zila van der Meer [UNIFESP]
dc.contributor.author Santos, Mariana Guedes Ribeiro [UNIFESP]
dc.date.accessioned 2015-12-06T23:46:32Z
dc.date.available 2015-12-06T23:46:32Z
dc.date.issued 2014
dc.identifier.citation SANTOS, Mariana Guedes Ribeiro. O Fenômeno de “esquenta” entre jovens: características e fatores associados ao beber pré-balada. 2014. 152 f. Dissertação (Mestrado em Ciências) – Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo. São Paulo, 2014.
dc.identifier.uri http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/23058
dc.description.abstract O alcool e a droga psicotropica mais consumida em praticamente todas as regioes do mundo, e tem sido reconhecido como um importante problema de Saúde publica, uma vez que nao afeta somente quem bebe, mas toda a sociedade. O obinge drinkingo ou oepisodio de beber pesadoo e a inGestão de uma grande quantidade de alcool, caracterizado pelo consumo de no minimo 4 doses de alcool em uma unica ocasiao para mulheres e 5 para os homens. Esse tipo de comportamento e encontrado mais entre os jovens e vem sendo praticado nas madrugadas de finais de semana, inclusive antes de irem para as baladas, fenomeno conhecido como oesquentao. Durante os oesquentaso ocorre o abuso do alcool e tambem de outras drogas, o que aumenta o risco de acidentes, violencia e comportamentos de risco. Na tentativa de compreender essa problematica relacionada ao consumo de alcool entre obaladeiroso brasileiros, esse estudo teve como principal objetivo identificar e avaliar os principais padroes de consumo de alcool e outras drogas durante os oesquentaso e os fatores associados a sua pratica. Foi feito um estudo epidemiologico transversal nas baladas de São Paulo atraves da tecnica de inquerito de portal com uso de bafometro e aplicacao de entrevistas guiadas por questionarios sobre consumo de alcool, outras drogas e outros comportamentos de risco. Os baladeiros responderam a entrevista na fila de entrada da balada e na saida do estabelecimento. Os questionarios foram respondidos pela mesma pessoa, que era identificada por um codigo individual e anonimo registrado em uma pulseira. Foram feitas 2.422 entrevistas em 31 baladas (dez/2012 u jul/2013), atraves de amostragem com probabilidade proporcional ao tamanho dos estabelecimentos e sistematica quanto aos entrevistados na fila destes locais. Do total, 41,3% (IC95%=33,7-49,3) praticaram oesquentao no dia da entrevista. Os principais motivos foram: ochegar desinibido na baladao (39,0%; IC95%=35,3-42,9) e oeconomia de dinheiroo (31,7%; IC95%=25,7-38,4). Os locais nos quais o esquenta foi praticado foram: em casa (33,0%; IC95%=27,1-39,4), na rua (30,7%; IC95%=23,3-39,3) e em bares (26,5%; IC95%=21,5-32,1). Observou-se que 22,8% (IC95%=17,9-28,6) de quem fez esquenta estavam com dosagem alcoolica no halito equivalente ao padrao obinge drinkingo de consumo de alcool na entrada da balada (vs 0,3% - IC95%=0,13-0,97 de quem nao fez); na saida, quem fez oesquentao tambem saiu com maior padrao obingeo (44,3% - IC95%=36,0-53,0) do que quem nao fez oesquentao (22,6% - IC95%=14,4-33,6). A media de dosagem alcoolica no halito de quem fez esquenta foi de 0,23 mg/L (IC95%=0,19-0,27) na entrada da balada e 0,34 mg/L (IC95%=0,29-0,40) na saida da balada. Quem fez oesquentao bebeu mais dentro da balada do que aqueles que nao fizeram (p<0,001). O resultado interessante e que a porcentagem de jovens alcoolizados que foram embora dirigindo foi maior no grupo que fez esquenta (56%; IC95%=46,4-64,8; p<0,001), do que nao fez (20%; IC95%=13,1-28,9). De um modo geral, a pratica de diversos comportamentos de risco foi mais frequente entre quem fez oesquentao. Ser homem (OR= 1,98 - IC95%=1,45-2,71), fumantes (OR 1,64 u IC95%=1,00-2,70 - p=0,051), e que o historico de pratica de obinge drinkingo (OR= 2,28 u IC95%=1,70-3,07 - p<0,001), efeitos severos da embriaguez (OR= 1,77 u IC95%=1,40-2,22 - p<0,001) e praticas de comportamento sexual de risco (OR= 1,67 u IC95%=1,20-2,33 - p=0,004) aumentam a chance de praticar oesquentao. Identifica-se que o comportamento de oesquentao influencia negativamente na intoxicacao alcoolica de saida da balada. Politicas publicas e fiscalizacao das mesmas precisam ser implantadas a fim de reduzir os riscos associados a este comportamento pt
dc.description.sponsorship Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
dc.format.extent 152 p.
dc.language.iso por
dc.publisher Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.rights Acesso aberto
dc.subject Adulto Jovem pt
dc.subject Adolescente pt
dc.subject Consumo de Bebidas Alcoólicas pt
dc.subject Bebidas Alcoólicas pt
dc.subject Assunção de Riscos pt
dc.subject Estudos Transversais pt
dc.subject Intoxicação Alcoólica pt
dc.title O fenômeno de "esquenta" entre jovens: características e fatores associados ao beber pré-balada pt
dc.title.alternative The Phenomenon Of Pre-drinkingo Among youth: characteristics and associated factors with drinking before going out to nightclubs en
dc.type Dissertação de mestrado
dc.contributor.institution Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
dc.identifier.file Tese-14300.pdf
dc.description.source BV UNIFESP: Teses e dissertações
unifesp.campus São Paulo, Escola Paulista de Medicina (EPM) pt
unifesp.graduateProgram Saúde Coletiva – São Paulo
dc.subject.decs Adulto Jovem pt
dc.subject.decs Adolescente pt



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Name: Tese-14300.pdf
Size: 3.211Mb
Format: PDF
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