Avaliacao da musculatura do assoalho pelvico de mulheres com bexiga hiperativa antes e apos os tratamentos medicamentoso ou fisioterapeutico

Avaliacao da musculatura do assoalho pelvico de mulheres com bexiga hiperativa antes e apos os tratamentos medicamentoso ou fisioterapeutico

Título alternativo Evaluation of the pelvic floor muscles of women with overactive bladder before and after medical treatments or physiotherapy
Autor Lima, Amene Cidrao Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivo: Comparar a pressao da musculatura do assoalho pelvico (AP) utilizando os metodos de avaliacao: palpacao digital e perineometro, correlacionar os dois metodos de avaliacao da musculatura do AP, antes e apos tratamento medicamentoso ou fisioterapeutico em pacientes com sindrome da bexiga hiperativa. Pacientes e metodos: Estudo prospectivo e randomizado com 58 mulheres com media de idade de 61 anos, media de paridade 3 filhos e indice de massa corporea 29,3 Kg/m2. A avaliacao da contracao dos musculos do AP foi realizada por meio de palpacao manual (escala oxford) graduada de 0 a 5 e pelo perineometro no qual obtivemos as medicoes de pressao de pico (Pp) e pressao media (Pm) em cmH2O. As mulheres foram divididas em grupos de tratamento 1: exercicios perineais, 2: eletroestimulacao do nervo tibial posterior (EENTP), 3: eletroestimulacao intravaginal (EEIV) e 4: oxibutinina. Ao final do tratamento compararam-se os valores do Oxford, Pressao de pico (Pp), Pressao media (Pm) de todas as pacientes. Resultados: Observou-se correlacao positiva dos valores iniciais do Oxford e pressao de pico (Pp) (r = 0,675 e p = 0,000) e tambem dos valores finais do Oxfordr e pressao de pico (Pp) (r = 0,629 e p = 0,000). Na afericao manual Oxford, observamos que houve diferenca estatisticamente significativa pos tratamento entre os grupos, sendo no grupo de exercicios perineais a diferenca foi maior (p = 0,006). Na afericao pelo perineometro, a pressao de pico (Pp) nao houve diferenca estatisticamente significativa pos tratamento entre os grupos (p = 0,245) assim como na pressao media (Pm) (p = 0,197). Conclusao: Ha correlacao positiva entre os valores de Oxford obtido pela escala manual e Pressao de pico obtido pelo perineometro. Nao houve diferenca entre os grupos em relacao a pressao de pico e pressao media, aferido pelo perineometro, antes e apos o tratamento. No grupo de exercicios perineais, houve maior variacao do Oxford apos tratamento
Palavra-chave Humanos
Feminino
Diafragma da Pelve
Bexiga Urinária Hiperativa
Palpação
Contração Muscular
Modalidades de Fisioterapia
Humanos
Feminino
Idioma Português
Data de publicação 2011
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2011. 77 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 77 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/23045

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