Impacto da orientacao de enfermagem no estresse da aplicacao das medicacoes em mulheres submetidas a ciclos de estimulacao ovariana

Impacto da orientacao de enfermagem no estresse da aplicacao das medicacoes em mulheres submetidas a ciclos de estimulacao ovariana

Autor Lacerda, Natalicia Aparecida da Silva Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Objetivo: Verificar se a orientacao de enfermagem na fase de estimulacao ovariana diminui os niveis de estresse e o estado de ansiedade da aplicacao das medicacoes subcutaneas e se interferem na assimilacao da orientacao das medicacoes. Metodo: estudo observacional prospectivo com a participacao de 107 mulheres com infertilidade conjugal primaria que foram submetidas a ciclos de estimulacao ovariana no programa de Reproducao Humana Assistida da UNIFESP. Os criterios de inclusao considerados foram: 1º ciclo de estimulacao ovariana e sem conhecimento na tecnica de aplicacao de medicacoes subcutaneas. Foram aplicados questionarios e testes de autoaplicacao, Inventario de Sintomas de Stress para Adultos de Lipp (ISSL) e Inventario de Ansiedade Traco-Estado (IDATE), e consulta com enfermeira (orientacao das medicacoes), avaliando as fases pre e pos-orientacao de enfermagem. Resultados: os escores obtidos no grupo das mulheres foram maiores relacionados aos niveis de estresse na fase pre-orientacao, quando comparado a pos orientacao da aplicacao das medicacoes (p<0,001). Na autoavaliacao do nivel de estado de ansiedade (IDATE) na fase pre-orientacao de enfermagem, as mulheres apresentavam-se mais ansiosas (p<0,001), com 63,6% em estado de ansiedade (media alta), diminuindo para 24,3% na fase pos-orientacao. Na escala de estresse (LIPP), observamos que 73,9% mulheres apresentavam estresse relacionado a autoaplicacao das medicacoes na fase pre-orientacao, apresentando uma reducao significativa de 14% na fase de pos-orientacao das medicacoes.Nao foi observada relacao significativa entre o estado de ansiedade com as variaveis socio-demograficas. Conclusao: A intervencao educacional (orientacao e acompanhamento) das mulheres em estimulacao ovariana pela enfermeira contribuiu para a diminuicao do estresse e do estado de ansiedade relacionados a aplicacao das medicacoes. A presenca do estresse interferiu na assimilacao sobre a orientacao das medicacoes usadas durante a estimulacao ovariana, porem o estado de ansiedade nao comprometeu a aprendizagem das aplicacoes das medicacoes.
Palavra-chave Fertilização In Vitro
Indução da Ovulação
Ansiedade
Estresse Fisiológico
Enfermagem
Adesão à Medicação
Idioma Português
Data de publicação 2012
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2012. 79 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 79 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/22880

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