Reabilitação neuro oclusal em paciente com paralisia facial periférica: ensaio clínico randomizado controlado

Reabilitação neuro oclusal em paciente com paralisia facial periférica: ensaio clínico randomizado controlado

Autor Costa, Rosana de Queiroz Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Testa, Jose Ricardo Gurgel Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Pós-graduação Medicina (Otorrinolaringologia) – São Paulo
Resumo Avaliar os efeitos da Reabilitacao Neuro Oclusal em pacientes com paralisia facial periferica cronica, observando a diminuicao de sintomas da disfuncao mastigatoria. Metodos: Foram selecionados 65 pacientes do ambulatorio da Disciplina de Otologia e Otoneurologia, setor de disturbios do nervo facial da Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP com PFP cronica de ambos os generos com idade entre 18 e 60 anos; de acordo com os criterios de inclusao e exclusao, restaram 44 pacientes, entretanto, devido a problemas inerentes a pesquisa restaram 14 pacientes que foram randomizados em dois grupos: controle e tratamento. Sete fizeram parte do grupo controle, durante tres meses e sete realizaram o tratamento. O grupo controle passou posteriormente para grupo tratamento apos o periodo de controle, aumentando o numero de pacientes, que foram analisados em extratos com caracteristicas semelhantes no fator prognostico, foi feito o cegamento, em ambos os grupos. No grupo de tratamento, foi aplicada a tecnica de Reabilitacao Neuro Oclusal e realizados modelos gnatostaticos antes e apos o tratamento para contar os contatos dentarios. A Escala Visual Analogica foi realizada nos dois grupos. Os resultados foram avaliados estatisticamente. O teste exato de Fisher verificou a homogeneidade da amostra. A comparacao entre os grupos atraves da escala visual analogica foi pela analise de variancia (ANOVA). A comparacao entre os grupos, em cada periodo do estudo (inicial e final), foi atraves do teste t para duas amostras independentes. A comparacao do numero de contatos dentarios entre a avaliacao inicial e final, no grupo tratamento, tambem foi feita pelo teste t, para amostras relacionadas. Resultados: A amostra era homogenea entre os grupos, com relacao a idade, ao genero e agente etiologico. Na escala visual analogica, ocorreu diferenca entre os grupos controle e tratamento. Comparando-se os grupos separadamente para cada periodo houve o a homogeneidade dos grupos de pacientes antes do tratamento, mas apos o tratamento, ocorreu uma diminuicao da EVA, indicando melhora. Houve um aumento no numero de contatos dentarios, apos a realizacao do ajuste oclusal, e uma correlacao entre a diminuicao da escala analogica visual e o aumento do numero de contatos dentarios, e tambem uma associacao entre a melhora clinica dos pacientes e o aumento de contatos dentarios. Conclusao: A Reabilitacao Neuro oclusal, contribuiu para a melhora clinica dos sintomas de disfuncao mastigatoria relatada pelos pacientes
Palavra-chave Paralisia Facial
Paralisia Facial/reabilitação
Oclusão Dentária
Ajuste Oclusal
Má Oclusão
Má Oclusão/terapia
Ensaio Clínico Controlado Aleatório
Idioma Português
Data de publicação 2010
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2010. 68 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 68 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/22686

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