Peso ao nascer de crianças brasileiras menores de dois anos

Peso ao nascer de crianças brasileiras menores de dois anos

Título alternativo Birth weight of Brazilian children under two years
Autor Viana, Kelly de Jesus Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Taddei, José Augusto de Aguiar Carrazedo Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Pós-graduação Pediatria e ciências aplicadas à pediatria – São Paulo
Resumo Objetivo: Descrever as estimativas de peso ao nascer e analisar fatores sociais, economicos, demograficos e epidemiologicos associados ao peso insuficiente ao nascer (PIN) e ao baixo peso ao nascer (BPN) de criancas brasileiras menores de dois anos. Metodos: A partir dados da PNDS 2006, estudou-se o grupo etario ate 24 meses por representarem nascimentos mais recentes, minimizando os erros relacionados ao vieses recordatorios. Foram avaliadas informacoes de 1916 criancas, 904 do sexo feminino, sendo considerado BPN quando inferior a 2500g, PIN quando maior ou igual a 2500g e inferior a 3000g e peso satisfatorio quando maior ou igual a 3000g. As variaveis estudadas foram sexo, situacao de domicilio, macrorregiao, classes crescentes de poder aquisitivo familiar, escolaridade materna, idade, estatura materna, tabagismo materno, paridade, intervalo interpartal, numero de consultas realizadas durante o pre-natal, tipo de parto, seguranca alimentar e nutricional e se a mae queria engravidar. Ajustou-se modelo multivariado de regressao logistica para identificar potenciais fatores de confundimento, modificadores de efeito e estimar razoes de chance para o BPN, controlando para os efeitos das demais variaveis incluidas no modelo final. Resultados: As prevalencias de BPN e de PIN encontradas para o Brasil foram de 6,1% e 20,5% respectivamente. Os fatores de risco para baixo peso ao nascer foram o sexo feminino (RC= 1,55; 1,07-2,23), residir nas macrorregioes sudeste e sul (RC=2,22; 1,54-3,20), escolaridade materna inferior a quatro anos (RC=2,19; 1,06-2,88) e tabagismo materno (RC= 1,78; 1,14-2,80). Conclusoes: Observouse maior prevalencia de BPN nas regioes mais desenvolvidas economicamente, entre recem-nascidos do sexo feminino, filhos de maes com menos de quatro anos de estudo e filhos de maes tabagistas. Tais perfis sao compativeis com a transicao epidemiologica do peso ao nascer para populacao brasileira
Palavra-chave Recém-Nascido de muito Baixo Peso
Inquéritos Epidemiológicos
Fatores de Risco
Idioma Português
Financiador Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)
Data de publicação 2013
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2013. 41 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 41 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/22556

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