Evolução temporal das concentrações inibitórias mínimas para os glicopeptídeos entre isolados clínicos de staphylococcus aureus resistentes à oxacilina.

Evolução temporal das concentrações inibitórias mínimas para os glicopeptídeos entre isolados clínicos de staphylococcus aureus resistentes à oxacilina.

Título alternativo Temporal evaluation of the glycopeptideos MICs among ORSA clinical isolates in Brazil
Autor Frigatto, Eliete Aguiar de Miranda Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Gales, Ana Cristina Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Pós-graduação Infectologia – São Paulo
Resumo Introdução: A vancomicina e a primeira opcao terapeutica para o tratamento de infeccoes graves causadas por S. aureus resistentes a oxacilina (ORSA). Entretanto, sua utilizacao na pratica clinica esta em questionamento. Modificacoes nas CIMs para vancomicina ao longo do tempo e falencias no tratamento tem sido reportadas para isolados considerados sensiveis a vancomicina. Material e Metodos: Este estudo avaliou a modificacao das CIMs de isolados de ORSA para vancomicina e teicoplanina em um periodo de oito anos utilizando acrescimos minimos nas concentracoes do glicopeptideo por microdiluicao em caldo. Os resultados obtidos por BMD foram comparados aqueles do Etest®. Adicionalmente, a analise genotipica, assim como a distribuicao de SCCmec, foram analisadas por PFGE e PCR-multiplex, respectivamente. Resultados: Duzentos isolados de ORSA, igualmente distribuidos entre os periodos P1 (2002 a 2005) e P2 (2006 a 2009), foram estudados. No P1, os isolados de ORSA exibiram CIM50 e CIM90 para vancomicina de 0,625 &#956;g/mL e 0,813 &#956;g/mL, respectivamente. O SCCmec III (84%), na sua maioria relacionado ao CEB (77%), foi o mais prevalente tipo de SCCmec. Em contraste, no P2, um aumento na CIM50 (0,75 &#956;g/mL) e CIM90 (1,5 &#956;g/mL) foi observada e associada ao declinio da frequencia do SCCmec III (33%) e emergencia dos SCCmec I e II (23% e 33%, respectivamente, p< 0.05). No P2, o clone de ORSA mais prevalente foi relacionado ao clone NY/J (22%). Nao houve diferenca estatisticamente significativa nas CIM50 e CIM90 entre os periodos estudados. As taxas de concordancia geral entre a BMD e o E-test (±1 diluicao logaritmica de diferenca) para vancomicina e teicoplanina foram de 89% e 73%, respectivamente. Conclusao: A variacao temporal nas CIMs para vancomicina notada nos isolados de ORSA provenientes de infeccoes de corrente sanguinea parece estar associada a uma substituicao gradual do CEB, predominantemente pelo clone NY/J (SCCmec II), que reconhecidamente apresenta valores mais elevados de CIM para vancomicina
Palavra-chave Staphylococcus aureus
Oxacilina
Vancomicina
Teicoplanina
Idioma Português
Data de publicação 2013
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2013. 135 p.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 135 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/22479

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