Atividades dopaminérgica, anticolinesterásica e neuroprotetora do café (Coffea arabica L.)): comparação entre extratos com diferentes conteúdos de cafeína

Atividades dopaminérgica, anticolinesterásica e neuroprotetora do café (Coffea arabica L.)): comparação entre extratos com diferentes conteúdos de cafeína

Título alternativo Dopaminergic, anticholinesterase and neurooprotective effects of coffee (Coffea Arabica L.): comparison between extracts with different caffeine content
Autor Kohn, Daniele Oliveira Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Carlini, Elisaldo Araujo Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Pós-graduação Psicobiologia – São Paulo
Resumo Diversos estudos epidemiologicos sugerem relacao inversa entre o consumo regular de cafe e a ocorrencia de algumas desordens neurodegenerativas como a doenca de Parkinson e a doenca de Alzheimer. Dados experimentais da literatura principalmente relacionados as acoes farmacologicas da cafeina corroboram esta hipotese. Assim, foram avaliados extratos de cafe com diferentes conteudos de cafeina em testes in vitro e in vivo. A diferenca encontrada nas concentracoes de cafeina nao interferiu na capacidade antioxidante dos extratos avaliada pelo teste de sequestro de radicais DPPH e pelo teste de inibicao da lipoperoxidacao. Na avaliacao da inibicao da enzima anticolinesterase, no entanto, os cafes cafeinados inibiram a enzima em concentracoes muito menores quando comparados ao cafe descafeinado. Da mesma forma, foi observada atividade pro-dopaminergica para os cafes cafeinados mas nao para o descafeinado no teste da catatonia induzida por haloperidol apos com tratamento agudo com cafe (50, 150 e 500 mg/kg, v.o.) e cafeina (98,6 mg/kg, v.o.). A cafeina e as doses de 150 e 500 mg/kg dos cafes forte e extra-forte foram capazes de bloquear significativamente o estado catatonico induzido pelo haloperidol. Apos tratamento continuado por 45 dias com as doses acima descritas, foi observada reducao no numero de rotacoes de animais com lesao unilateral do feixe prosencefalico medial por 6-OHDA tratados com a dose de 500 mg/kg de cafe forte apenas, apos a administracao de metanfetamina. Esse resultado e correlacionavel com um efeito neuroprotetor no modelo utilizado. O conjunto destes resultados sugere que o cafe pode agir como neuroprotetor contra a doenca de Parkinson, com importante contribuicao da cafeina
Palavra-chave Animais
Coffea cruda
Doença de Parkinson
Dopaminérgicos
Cafeína
Técnicas In Vitro
Animais
Idioma Português
Financiador Associação Fundo de Incentivo à Psicofarmacologia (AFIP)
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)
Data de publicação 2012
Publicado em KOHN, Daniele Oliveira. Atividades dopaminérgica, anticolinesterásica e neuroprotetora do café (Coffea arabica L.): comparação entre extratos com diferentes conteúdos de cafeína. 2012. 96 f. Dissertação (Mestrado) - Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo. São Paulo, 2012.
Publicador Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 96 p.
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Dissertação de mestrado
Endereço permanente http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/22399

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Nome: Tese-13566.pdf
Tamanho: 2.951MB
Formato: PDF
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